Capítulo 666
O carro parou em frente à Vi Serenidade.
Daniel desceu primeiro, seguido por Olivia, que entrou no hall onde um grupo de quatro crian?as
adoráveis corria em sua dire??o,petindo para ver quem chegava primeiro.
Olivia se agachou e abra?ou Inês, que tinha chegado primeiro. Com uma m?o gentil, afastou uma
mecha de cabelo da testa da menina, fndo uma voz suave e amorosa: “Você se divertiu hoje
na pré–esc?”
“Sim, foi divertido, a professora ensinou a restaurar pinturas antigas. disse que eu fui a melhor
aluna.” O rostinho de Inês brilhava de alegria.
Orgulhosa, estava ansiosa parapartilhar o elogio Olivia.
“Inês, você é incrível, um orgulho para a mam?e,” disse Olivia carinho, beijando–a na bochecha.
Inês sorriu timidamente e alegria.
Iria, segurando a perna de Olivia, olhou para cima impaciência ee?ou a pr: “E eu, eu
também sou incrível, a professora elogiou o quanto eu gosto deer.”
A pequena estava ansiosa pelo reconhecimento de sua m?e, seu rostinho redondo e corado
expressava a sua ansiedade.
Iria estava matricda numa a de aprecia??o culinária, onde, além das as culturais,
ia todos os dias.
A habilidade de apreciar boaida certamente merece elogios.
Era difícil n?o se derreter ouvindo a docé voz de Iria, especialmente seu rostinho redondo e os
seus grandes olhos pretos e brilhantes.
Olivia n?o conseguiu conter um sorriso e, inclinando–se levemente, acariciou a bochecha d,
dizendo: “Isso mesmo, Iria também é incrível, uma campe? na aprecia??o deida.” “Mam?e, eu
n?o recebi elogios da professora,” disse Joel, uma carinha triste, parado aos pés de Olivia.
“N?o importa, Joel também é incrível, é o irm?o mais amoroso, sempre cuidando de suas irm?s,”
confortou Olivia, elogiando–o também.
A express?o de tristeza de Joel imediatamente se transformou em alegria, e seus olhos. brilharam: “é,
eu amo minhas duas irm?s e amo a mam?e.”
O sorriso de Olivia era doce e cheio de ternura.
Heitor estava a alguns passos de Olivia, sem se aproximar. Seu olhar bonito n?o estava olhando para
Olivia, mas um pouco distante, olhando para Daniel, que estava atrás d. Nesse momento, Daniel
também olhava para ele.
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Capitulo 666
Pai e filho trocavam olhares,o se houvesse uma disputa silenciosa entre eles.
Percebendo algo estranho, Olivia seguiu o olhar de Heitor e viu os olhos profundos de Daniel fixados
no menino.
Uma vers?o maior e uma menor, um olhar profundo e sombrio, o outro ingênuo e desafiador,
encarando um ao outroo se faíscas estivessem voando entre eles.
Olivia se aproximou de Heitor, bloqueando a vis?o de Daniel, e perguntou caut: “Heitor, o que
foi? Está chateado?”
Heitor, que até ent?o estava se segurando, desabou o cuidado da m?e e sen?ou em suas
pernas, enterrando o rosto ns, sua vozinha frágil expressando tristeza: “Papai tirou todos os meus
tablets…”
O pequeno queria chorar, mas se esfor?ava para n?o deixar as lágrimas caírem.
Olivia ficou o cora??o partido, rapidamente se agachou, colocou Inês no ch?o e abra?ou Heitor,
perguntando suavemente: “O que aconteceu, conta para a mam?e?”
Heitor fez beicinho, lágrimas girando em seus olhos, sem dizer uma pvra, apenas encostou a
cabe?a no colo de Olivia, em um estado fraco ementável.
Olivia o abra?ava, afagando suas costas suavemente. n?o sabia o que tinha acontecido e n?o
podia fr precipitadamente, apenas oferecia um silencioso conforto.
Daniel permaneceu em silêncio, caminhou passosrgos até o sofá e sentou–se, instruindo
Fábio: “Avise a cozinha que hoje vamoser frutos do mar.”
Fábio respondeu respeitosamente: “Sim, Sr. Daniel.”
Embora Daniel n?o tivesse dito nada, havia uma autoridade em sua presen?a que, mesmo à distancia
de Olivia e as crian?as, enchia o ar uma press?o que impedia qualquer conversa casual ou
respira??o livre.This content ? N?v/elDr(a)m/a.Org.
Heitor n?o queria fr, e Olivia n?o podia perguntar, só podia oferecer–lhe um abra?o quente e
confortável para acalmar suas emo??es.