Capítulo 638
Daniel interrompeu o gesto de servir o chá, seu olhar profundo voltou–se para Francisco: “Se
quisermos encontrar a prova mais convincente para persuadir meu av?, teremos de verificar se há
impress?es digitais de Teresa no corpo da minha avó. O corpo da minha avó está sob guarda do meu
av?, ele n?o permitirá que ninguém se aproxime.”
Essas pvras significavam que ele tinha concordado em deixar Francisco investigar.
O olhar de Francisco era enigmático: “Eu disse que você n?o seria t?o insensível uma mulher que
lhe deu quatro filhos.”
Ao ouvir isso, a aura ao redor de Daniel tornou–se gda, seus olhos escuros e prantes varreram
Francisco: “Eu estou a fazer isto p minha avó.”
Francisco sorriu e disse: “Tudo bem, tudo bem, você está fazendo isso p sua avó. Na verdade, n?o
precisamos mexer no corpo da sua avó, apenas traga–me as roupas que usava no dia do
incidente.”
Daniel tomou um gole de chá, sua voz grave respondeu: “Está bem.”
Depois de fr Francisco, ele teve que se ausentar por causa de um assunto na delegacia.
Depois de terminar o chá, Daniel acabara de sair da s de chá quando uma mulher rapidamente se
aproximou dele e bloqueou seu caminho. tinha um rosto de mel?o, um
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queixo pontudo, olhos grandes, um nariz pequeno e arrebitado, e um corpo esbelto e delicado – um
rosto e corpo típicos de uma influenciadora digital.
–
Entre um grupo de mulheres, seria difícil identificar quem era quem, por falta de características
distintas.
Os olhos escuros de Daniel expressaram descontentamento, ele a observava olhar crítico.
“Senhor Daniel, eu sou a élisa, filha de César Abreu, presidente do Grupo Abreu.” Elisa percebeu p
express?o de Daniel que ele n?o a reconheceu e se apresentou.
Depois de fr, sentiu–se desapontada e magoada, tinha encontrado Daniel tantas vezes e agora
ele nem sequer a reconhecia.
Será que tinha alguma importancia para ele?
era a mulher que se tornaria sua esposa, e ele nem se lembrava d.
Os olhos escuros de Daniel escureceram, a sua presen?a intimidadora era palpável e ele perguntou:
“O que você quer?”
Ao ver que Daniel a notou e falou , o cora??o desanimado de Elisa subitamente se encheu de
esperan?a novamente, e disse confian?a renovada: “é o seguinte, eu vi Olivia na conferência,
estava muito próxima de um homem, carregando uma bebida para
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brindar ele, mas a caminho fingiu trope?ar e caiu nos bra?os dele. Eu vi tudo isso e me senti
indignada oportamento d.”
Elisa falou fervor, seu olhar encontrando o de Daniel, profundoo o mar. Seus olhos negros
estavam cheios de um frio cial.
Isso fez o cora??o de Elisa tremer. Daniel estava zangado?
Por causa doportamento de Olivia, certo?
Elisa, orgulhosa de si mesma por revr algo t?o explosivo, esperava que Daniel percebesse que tipo
de pessoa Olivia era, que a rejeitasse e a mandasse embora!
Elisa continuou, indigna??o: “Desde o primeiro momento que vi Olivia, achei que era uma
mulher sem vergonha, que jogava sentimentos alheios. usava os homens, fazia os outros se
sentirem mal e corria para os bra?os de outro. Senhor Daniel, seduz um homem atrás do outro,
como se nem te enxergasse.”
“Terminou?” Danieln?ou um olhar frio para ee?ou a se afastar.
Elisa, desesperada, apressou–se em segui–lo: “Senhor Daniel, você n?o acredita em mim? O que eu
disse é verdade.”
Daniel a ignoroupletamente.
Elisa continuou ao seudo, percebendo que n?o importava o que dissesse, Daniel permanecia
indiferente. se sentiu derrotada e frustrada, quase sufocada p ansiedade. Por que, mesmo
depois de tudo, Daniel ainda n?o detestava Olivia?
O que Olivia tinha de t?o especial?