Capítulo 588
Sérgio segurava o garfo e a faca, respirando de forma pesada, a cabe?a baixa, encarando o bife
à sua frente sem cortar.
Ele estava fazendo um esfor?o tremendo para conter a dor interior, suprimindo a tristeza e a raiva.
“Sérgio, o que houve você, está se sentindo mal? Precisa ir ao hospital?” Marina, vendo seu rosto
pálido,e?ou a ficar ansiosa.
Sérgio colocou o garfo e a faca sobre a mesa um movimento um tanto brusco, e o som surdo do
metal contra a madeira ecoou pelo ambiente.
“N?o quero maiser, estou indo embora.” Disse ele, o rosto sombrio e pálido, levantando–se
para sair.
Marina ficou confusa o mau humor súbito dele e, ao vê–lo saindo, ficou ainda mais nervosa,
apressando–se em segui–lo: “Sérgio, espere por mim. O que está te iodando? Eu te panho
ao hospital…”
Marina ficou um pouco arrependida; foi seu excesso de ansiedade em ver um sinal de afeto de Sérgio
que a levou a agir de maneira mimada, tentando provar que ocupava um espa?o no cora??o dele.
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e Sérgio haviam se encontrado em um coquetel na noite anterior, e depois de um pouco de
conversa, a atitude de Sérgio para n?o era mais t?o fria quanto antes, parecia haver uma
brecha. o convidou para jantar e ele n?o recusou.
pensou que Sérgio estivessee?ando a gostar d, e que já estava quase garantido um
rcionamento amoroso entre eles.
Mas bastaram algumas pvras para fazer Sérgio parecer sombrio.
Sérgio n?o a deu aten??o a Marina e continuou caminhando rapidamente, olhos fixos à frente, em
Olivia. Ao passar por , seu olhar tornou–se ainda mais intenso, transmitindo uma mistura de dor e
raiva.
Olivia n?o ergueu a cabe?a, e quando Sérgio passou por , o vento a atingiu, gdoo a brisa
noturna.
O corpo de Olivia também se tensionou ligeiramente.
Mas, num instante, Sérgio já havia passado por , até mesmo o cheiro se dissipando o vento.
“Sérgio, espere por mim!” Marina chamou ansiosamente atrás dele.
Até que o som dos passos deles desapareceu, a respira??o pesada de Olivia ainda n?o havia se
acalmado.
Capitulo 588
distraída, levou um peda?o de carne à boca, quando uma voz fria e cortante soou muito próxima:
“Você está louca?”
Olivia ergueu a cabe?a e viu o rosto de Daniel.
Olivia se assustou a frieza dele.
Olhando para a m?o que ele segurava, viu que tinha uma faca na m?o, um peda?o de carne
espetado n, e a lamina estava virada para baixo.
estava prestes a colocar a faca na boca!
P primeira vez, Olivia se sentiu constrangida e se desculpou: “Desculpa, eu n?o estava prestando
aten??o…”
Daniel resmungou e soltou a m?o d, uma voz meio fria: “N?o é a mim que você deve
desculpas, mas a si mesma!”
Olivia baixou os cílios, concordando inquieta: “Você está certo…”
Daniel manteve o olhar n, sem perder nenhum dos gestos.
De repente, ele se levantou, agarrou o pulso e a puxou para fora for?a.
Olivia, pega de surpresa, seguiu ele desajeitadamente.
Sem qualquer preparo, foi empurrada para dentro do carro, e ele entrou após, fechando a porta
com um estrondo.
Olivia estava assustada, sem saber o que tinha feito para irritá–lo.
A frieza e a press?o em torno dele pesavam sobre o peito de Olivia, que mal ousava respirar.
“Siga aquele carro!” ordenou Daniel ao motorista, uma voz grave.