Capítulo 575
“M?e, vamos dormir o papai hoje,” Iria sempre tinha ideias mirabntes na sua cabecinha.
“Ele é grande demais, n?o cabe na cama,” Olivia rapidamente arranjou uma desculpa para recusar.
Que piada, tinha conseguido escapar dele e agora o deixaria dormir eles? Com isso, n?o
conseguiria dormir esta noite.
N?velD(ram)a.?rg owns this content.
Iria pensou por um momento e concordou, Daniel era grande demais e a cama deles era muito
pequena, n?o havia espa?o suficiente.
Como se fugisse, Olivia levou as crian?as para o andar de baixo, sem se dar ao luxo de tomar banho.
colocou Iria e Inês em um quarto, e lá as acalmou para dormir, enquanto Teresa e Joel Heitor
ficaram em outro, Teresa cuidando dos outros dois pequenos.
Olivia contava histórias para eles e, quando as crian?as adormeceram, também adormeceu.
No meio da noite, n?o percebeu a porta a abrir e uma alta sombra negra aparecendo na entrada;
Daniel entrou, e sob a fraca luz do luar, viu as crian?as a dormir tranqumente e Olivia deitada de
lado, voltada para s, também profundamente adormecida.
tinha um rosto encantador e uma express?o doce no sono.
Daniel se inclinou, retirou o cobertor de cima de Olivia e o ajeitou sobre as crian?as, depois, a pegou
nos bra?os e saiu do quarto.
Ao amanhecer, o sol se levantou e seus raios fortes cobriram o brilho suave da lua, iluminando
a terra.
Dodo de fora, os pássaros chilreavamo se cantassem.
Era mais uma linda manh?.
Olivia, ainda sonolenta, virou–se na cama e, por hábito, procurou abra?ar o pequeno ser ao seudo,
encontrando algo quente. apertou o abra?o, trazendo a pequena crian?a para mais perto.
Sem abrir os olhos, instintivamente beijou a bochecha macia do ser, beijando algo suave, mas um
pouco úmido, que parecia respirar.
Será que tinha beijado uns lábios?
N?o importava, desde que fosse o seu amado bebê.
Sua m?o se movia inconscientemente para tocar a barriguinha da crian?a para ver se estava
fome.
Mas, ao tocar, sentiu algo diferente; o corpo de hoje n?o estava macio, mas sim um pouco
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Capitulo 575
duro.
Até a barriga tinha se tornado firme.
Daniel, que ainda n?o tinha acordado, foi despertado pelo abra?o de Olivia. Ele abriu os olhos e viu
que estava sendo abra?ado por ; isso n?o era tudo, tinha beijado seus lábios duas vezes e
agora as suas m?os inquietas exploravam seu corpo.
Seu olhar escureceu gradualmente.
Olivia também percebeu que o toque das crian?as estava diferente da usual, e confusa, abriu os olhos.
vid
um rosto belo e sonolento diante d.
Olivia fixou o olhar nele por um instante, incréd, e ent?o fechou os olhos novamente.
devia ter aberto os olhos de forma errada, por isso estava vendo coisas, confundindo o rosto
fofinho das crian?as o rosto belo e sem igual de Daniel.
fechou os olhos e os abriu novamente, encontrando–se o olhar profundo e escuro de Daniel,
que parecia um buraco negro capaz de consumi inteiramente.
Isso fez o cora??o de Olivia tremer, e perdeu todo o sono.
N?o era um erro, era mesmo Daniel!
arregalou os olhos e prendeu a respira??o.
“Gostou do que sentiu?” A voz de Daniel era rouca e seu olhar intenso fixava–se n.
Olivia, segurando a respira??o, baixou o olhar e viu que sua m?o estava dentro de sua camisa de
dormir, tocando os seus músculos abdominais.
Olivia sentiuo se quisesse morrer naquele momento, e um pulo, retirou a m?o, gaguejando:
“Eu, eu n?o quis… pensei que era o bebê…”
“O bebê está lá mais embaixo,” a voz de Daniel era t?o rouca que parecia pingar água.
Olivia inalou profundamente, o rosto corado de vergonha.