Capítulo 565
De repente, apareceu alguém que derrotou a dúzia de doutores especialistas que ele havia contratado
e conseguiu invadir o sistema do Grupo Griera e roubar o dinheiro.
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Se n?o fosse por um descuido dele, talvez nunca tivessem encontrado o endere?o IP do invasor.
A pessoa capaz de se tornar seu adversário era nada menos que seu filho de menos de cinco
anos!
Essa sensa??o, talvez, apenas ele pudessepreender. “Por que você fez isso? Foi a sua m?e
quem ensinou?” Daniel, reprimindo a irrita??o e excita??o no fundo do seu cora??o, perguntou
calmamente.
Ao ouvir a pergunta, Heitor,o se n?o pudesse acreditar, levantou seus olhos inocentes e olhou
para Daniel por um instante, depois abaixou a cabe?a novamente, torcendo a barra da camisa
suas pequenas m?os, sem dizer uma pvra.
Vendo que ele n?o respondia, Daniel também n?o insistiu mais.
Ele apenas assentiu: “N?o vai responder, certo. Venhaigo, você n?o precisa ir à esc hoje.” Dito
isso, ele se virou e deu dois passos, mas parou e olhou para trás.
O pequenino ainda estava sentado, a cabe?a baixa, sem seguir.
Daniel respirou fundo, voltou, se abaixou e segurou a m?o do menino: “Vamos.”
Aí ent?o Heitor desceu da cadeira de crian?a e permitiu que Daniel o guiasse, seguindo–o.
Ele era t?o baixinho que mal chegava ao joelho de Daniel, um pequenino aodo dele, parecendo
frágil e encantador.
Daniel era muito alto e o pequeno, muito baixo; segurando a m?o de Heitor, ele n?o podia andar ereto,
seu corpo inclinava–se levemente em dire??o ao menino para manter a posi??o enquanto
caminhavam.
Daniel segurava a m?o de Heitor e saía da s de a, onde professores e o diretor estavam
alinhados no corredor, atitudes respeitosas e temerosas, recebendo–o.
Danieln?ou um olhar de rnce para eles, mas sem dar aten??o, continuou andando Heitor.
Vendo que Daniel estava prestes a sair, o diretor, nervoso e ofegante, n?o ousava se aproximar, mas
sentia que precisava, reuniu coragem e aproximou–se de Daniel, perguntando ansiosamente: “Sr.
Griera, sobre os acionistas do jardim de infancia, receio que n?o poderei explicar…”
O olhar profundo de Daniel o encarou.
O diretore?ou a tremer.
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Capitulo 545
“Você deveria agradecer que quem eu vim buscar hoje n?o foi outra pessoa!” Mas sim seu próprio
filho.
As pvras graves de Daniel foram ditas, e ele saiu Heitor.
O diretor ficou parado, sem entender o significado das pvras de Daniel. A creche estava sendo
adquirida por ele gratuitamente ou estava seguindo o no original, umapra de 2 bilh?es?
Sem uma resposta ra, o diretor ainda estava ansioso, enxugando o suor da
testa.
Bruno se aproximou, pronto para sair do jardim de infancia Daniel.
O diretor se colocou no caminho de Bruno, perguntando uma atitude respeitosa: “Assistente
Bruno, você panha o Sr. Griera há tantos anos, o que ele quis dizer aquilo?”
Bruno olhou para o diretor, notando o suor em sua testa, e sentiu uma certa simpatia.
“Prossiga conforme o no original. O Grupo Griera teve alguns problemas financeiros recentemente.
Assim que tudo estiver organizado, o dinheiro será transferido para a conta do jardim de infancia
imediatamente,” disse Bruno.
Essa explica??o de Bruno trouxe um grande alívio ao diretor. Ele apertou a m?o de Bruno
entusiasmo: “Obrigado, Bruno, muito obrigado…”
*N?o precisa de me agradecer, quem você deve agradecer é ao Sr. Griera,” Bruno lembrou.
O diretor percebeu de repente e expressou sua gratid?o novamente: “Sim, sim, muitíssimo obrigado
ao Sr. Griera.”
Na entrada da esc.
Olivia e Teresa, querendo ver seus filhos o quanto antes depois da esc e sem saber o horário exato
de saída, chegaram cedo à porta do jardim de infancia para esperar.
Olivia estava na entrada do pátio quando, de repente, viu um homem de estatura elevada e esguía,
caminhando um menino pequeno em dire??o à saída.
Esse homem era – Daniel!