Capitulo 558
Embora as crian?as n?o soubessem o que era aquilo, os adultos entendiam perfeitamente.
Principalmente Daniel, que tinha plena consciência deo as supostas les?es em Olivia
haviam surgido.
Seu rosto elegante estava sério e tranquilo, e uma voz baixa e magnética, ele derou,o se
fizesse uma conclus?o: “Vamoser.”
Olivia respirou fundo duas vezes, o que mais poderia fazer? Diante do poder absoluto, só The
restava engolir em silêncio.
Daniel a fez entender que, desde que ele n?o se sentisse desconfortável, os constrangidos seriam os
outros.
Olivia pegou um camar?o que Heitor the oferecera e,o se desabafasse, engoliu–o num só
bocado, mastigando–o for?a.
Mastigava o camar?oo se fosse Daniel, triturando–o impeto.
Fabio, que estava servindo aodo, ao ouvir a pergunta de Heitor e ver a intera??o entre Olivia e
Daniel deixou seu rosto envelhecer, silenciosamente se afastou e sinalizou para que os outros
servi?ais também se retirassem.
Nesses momentos, era melhor que eles n?o se envolvessem.
Heitor sempre foi muito esperto desde pequeno, astuto, inteligente e sábio.
Mesmo que Olivia dissesse que tinha se machucado acidentalmente, Heitor notou o olhar de
ressentimento e raiva que n?ou para Daniel.
Suas sobrancelhas infantis franziram–se em uma pequena ruga.
Certamente tinha sido o pai quem havia magoado a m?e, o pai que fizera a m?e se ferir.
Na outra vez em que a m?e aparecera um corte na testa e um curativo no rosto, tinha sido obra
de Daniel.
Desta vez, certeza, também fora ele.
A m?e so dizia que tinha sido um acidente para que ele n?o se preocupasse.
Heitor apertou os punhos pequenos, em silêncio.
Depois do café da manh?, Iria quis brincar de esconde–esconde.
Ent?o Oliviae?ou a brincar as crian?as; contava enquanto eles se escondiam.
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“Um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove, dez. Estou indo procurar, vocês já se
esconderam?” Olivia tirou as m?os dos olhos e perguntou docemente.
“Escondi!” Iria, escondida atrás da cortina, fez um som.infantil e aconchegante, encolhendo–se
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mais para trás.
Oliviae?ou a procurar.
Descobrindo um pequeno bumbum apontando para cima embaixo da mesa, se agachou e deu um
tapinha suave. uma voz ch de ternura e amor: “Quem é esse pequeno querido aqui, o
bumbum apontando para o céu?
“Ahaha, mam?e, você me achou, achei que você n?o pudesse me ver.” Joel baixou
imediatamente o traseiro, sentando–se no ch?o e se erquendo.
“Você que está deitado no ch?o os olhos cobertos, quem n?o deveria ver sou eu, certo?
Olivia riu de forma gentil e b.
“Hm, ent?o é assim,” Joel teve uma epifania, saiu de baixo da mesa e pegou a m?o de Olivial “Mam?e,
eu te ajudo a procurar, eu sei onde o irm?o e a irma se esconderam…
Ele puxou Olivia em dire??o à cortina e, antes que e?asse a procurar, puxou alegremente a
cortina: “Iria, te encontrei!”
“Ahaha, kikiki…” Iria, ao ser encontrada, soltou uma risada cristalina, rindo tanto que seu pequeno
peito tremia.
A felicidade das crian?as era t?o simples assim.
Logo depois. Joel e Iria encontraram Inês que estava escondida atrás de Fábio, e os três se
abra?aram e riram, enchendo a Vi Serenidade a alegria inocente da infancia.
O rosto de Fábio estava iluminado por um sorriso, refletindo que a sempre tranqu Vi Serenidade
estava finalmente cheia de risadas e vozes alegres. Ter crian?as por pertozia realmente a diferen?a.
Heitor saiu do banheiro sozinho, sem precisar ser procurado.
Olivia sorriu, aproximou–se e agachou–se para olhar nos olhos escuros e inocentes de Heitor e
perguntou: “Heitor, o que foi? Você n?o parece muito feliz.”
Heitor uma express?o séria e sobrancelhas franzidas respondou: “Esconde–esconde é
muito infantil, n?o é divertido.”
Olivia sorriu e bagun?ou o seu cabelinho: “Ent?o, o que você gostaria de brincar?”