Capitulo 556
Hm, hum, quere brincar a mam?e.” I acenou a cabe?a obedientemente, seust srandes
olhos brilhando luz jubilesa.
Vamos para fora esperar p mam?e. Joel levantou–se da cama, ficando de pé sobre os cobertores
e pegou a m?ozinha rechonchuda de Iria.
è sempre a mais ativa, já havia deslizado para fora da cama.
tria e Joel de m?os dadas, caminharam até a borda da cama e, inclinando–se sobre , tambem
deslizaram para o ch?o.
Heitor foi o mais rápido e já estava à porta esperando por seus irm?os.
Olvia observava os pequeninos saindo, vendo–os chegar à porta quando de repente Iria parou, virou
seu rostinho rechonchudo para Olivia e disse: “Mam?e, à noite eu quero dormir você.”
“Eu também quero! Joel levantou a m?o,
“Eu também.” Inès concordou em voz baixa e a cabe?a baixa.
O olhar de Olivia para eles era quente e suave; embora estivesse se sentindo constrangida no
momento, a vis?o dos seus filhos olhando para olhos inocentes, cheios de dependência e
amor, a enchia de felicidade.
Olivia, um sorriso repleto de amor materno, respondeu gentilmente: “Está bem, à noite a mam?e
vai contar uma história para vocês.”
Com a resposta afirmativa, os quatro pequeninos sairam felizes do quarto.
Fabio, que estava de guarda na porta, apressou–se em fechá.
O susto fez que ele transpirasse frio.
Ele havia ficado apavorado momentos antes, quando as crian?as acordaram fazendo barulho
querendo ver a m?e, e Fábio, incapaz de contês, as conduziu até à porta do quarto principal. Ele
n?o esperava que os pequenos fossem capazes de abrir a porta por conta propria: quando a porta se
abriu, eles entraram em enxame, e ele nem teve tempo de impedir.
Fabio também n?o ousava entrar, ent?o ficou tremendo de medo à porta, ouvindo os sons de dentro,
com as pernas moles de medo que o Sr. Daniel ficasse irritado.
Felizmente, no final, o Sr. Daniel n?o ficou zangado.
Mesmo assim, Fabio ainda estava nervoso; se ele perturbasse o Sr. Daniel e deixasse as crian?as
verem algo que n?o deviam, sua carreirao governanta estaria acabada.
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Na próxima vez, ele teria que cuidar melhor das crian?as, n?o poderia mais ser t?o imprudente.
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Decos que as crian?as sairam Olivia levantou–se e os cobertores cairam; se sentiu pobara?ada e
rapidamente os pegou novamente, olhando ansiosamente para Daniel. Seus obos escuros a fitavam
intensamente, uma press?o invisivel e provocante.
O cora??o de Olivia batia “tum tum acelerado, se sentia rigida sob seu olhar, seu sangue formisava
e adormecia
Embora as crian?as tivessem saido, sentia que seu constrangimento e vergonha n?o haviam
diminuido.
Em plena luz do dia, tanta luz, qualquer movimento que fizesse podia ser ramente visto bor
Daniel ao seudo.
Basentao se n?o houvesse segredos em seu corpo, totalmente exposta sob o olhar dele. 10 que
eu n?o vi em você, para que a vergonha?” A voz baixa e maizante de Daniel soou.
Essas pvras eram muito diretas, fazendo Olivia sentir uma mistura de vergonha e raiva. antada,
virou–se e respondeu: “O mesmo para você, n?o há segredos em você aos meus olhos.”
Emesmo? Ent?o vamos ser abertos e honestos.” As pvras ricas e baixas de Daniel cairam. Olivia
sentiu um arrepio pelo corpo.
prendeu a respira??o, piscando fricamente, sem saber onde colocar as m?os.
“A” No segundo seguinte, foi levantada e carregada dedo.
Instintivamente, agarrou seu pesco?o, sentindo o peito masculino, sedutor, firme, musculos
bem definidos, a for?a da masculinidade no seu limite.
Sua respira??o quente estava em seu rosto.
O cora??o de Olivia batia t?o rápido que parecia que iria saltar para fora.
estava t?o assustada que seus olhos se arregram, e na sua vis?o estava o queixo forte e bem
definido do homem, suaringe sensual.
Tudo exva o aroma dos horm?nios masculinos.
Olivia sentiu seu cora??o na garganta e engoliu um gole de água fria dificuldade.