Capítulo 549
Daniel nem sequer olhou para ele, seu olhar frio e severo estava fixo em Olivia, que estava à beira da
pista de dan?a. Com passosrgos, ele caminhou em sua dire??o.
O dono do bar foi ignorado e, apesar de um pouco constrangido, manteve o sorriso e seguiu Daniel,
pronto para atendê–lo a qualquer momento.
Bruno falou para ele: “N?o é nada sério, pode ir cuidar do seu trabalho.”
Era um jeito educado de dizer que ele estava atrapalhando.
O dono do bar captou imediatamente a dica, acenou a cabe?a e se afastou.
Carlos, ao ver Daniel se aproximando, também se afastou, liberando o espa?o aodo de Olivia.
Olivia, os olhos emba?ados p bebida e bn?ando levemente a cabe?a, olhou para Daniel se
aproximando. Ao ver aquele rosto familiar, sorriu t por um momento.
A presen?a fria se aproximou, e Daniel parou em frente a Olivia, seus olhos escuros e profundos
irradiando frieza, fixos n: “Quanto você bebeu?”
Olivia estendeu um dedo, depois dois, bn?ou a cabe?a: “N?o, n?o, cinco copos… hihi…”
ergueu cinco dedos, sorriu brevemente e, de repente, sentiu uma onda de náusea, seu corpo
bn?ou para frente.
Em um instante, o bra?o de Daniel a envolveu, trazendo–a para perto de si, sua sombra fria a
cobrindo.
“Você acha que enfrentar–me dessa maneira vai adiantar alguma coisa?” A voz baixa e fria de Daniel
ecoou no ouvido de Olivia.
O poder de sua presen?a tremia em seus timpanos, em seu cora??o.
Olivia bn?ou a cabe?a: “N?o sei…”
nem tinha pensado em confrontá–lo, apenas estava de mau humor e queria desabafar.
Depois de fr, a cabe?a de Olivia tombou no ombro dele, encostando–se, e a respira??o d se
tornou pesada,o se estivesse adormecida.
Daniel olhou para a mulher em seus bra?os, seus olhos escuros e frioso gelo, e sua aura ainda
mais opressiva e contida.
Ele estava preparado para nunca mais vê novamente, para exclui de sua vida para sempre.
Mas ent?o, Carlos disse que estava bebendo demais no bar, flertando homens jovens.
Seu cora??o ficou incontrvelmente furioso!
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Capitulo 549
Essa mulher, desafiando seus limites repetidamente.
realmente sabiao irritá–lo!
Mas agora, estava bêbada, adormecida em seus bra?os, vulnerável e macia, e a raiva em seu
cora??o inexplicavelmente se dissipou p metade.
Daniel respirou fundo e, um movimento, pegou Olivia no colo e se virou, saindo do bar.
Jimena voltou a si e correu atrás dele: “Ei, Daniel, solte Olivia, para onde você está levando ?”
Olivia tinha dito a que Daniel era uma pessoa perigosa, que tudo o que ele fazia era para
atormentá, para se vingar.
Agora que Olivia estava bêbada e inconsciente, sendo levada por Daniel, n?o estaria à mercê dele?
E se ele fizesse algo para machuca?
Jimena correu alguns passos, mas foi bloqueada pelo seguran?a.
O seguran?a era grande e bem treinado, uma aparência intimidadora.
Jimena n?o se atreveu a for?ar a passagem, sorriu para eles duas vezes e tentou negociar: “Hehe,
é minha amiga, deixe–me passar, eu só quero ter certeza de que está segura.
O seguran?a permaneceu impassivel ignorando–apletamente.
Carlos deu uma risada leve: “Você deve ser uma t.”
Depois disso, ele seguiu Daniel para fora do bar.
ramente, poderia ter saido de forma digna, mas preferiu fazer rde e ser detida. Se isso n?o é
ser t, o que mais seria?
Jimena, chamada de t, ficou furiosa e gritou para a silhueta de Carlos que se afastava: “Eu n?o sou
nenhuma t!”