Capítulo 532
Na noite passada, ele era um homem solteiro sem filhos, e agora, de repente, se tornou o pal de
quatro crian?as.
Ele próprio mal conseguia se adaptar à ideia.
Enquanto se distraía por aqueles breves segundos, suas pernas foram abra?adas por dois pequenos
rechonchudos, e outro pulou em sua barriga duas vezes, exmando: “Acorda, acorda, onde está a
nossa m?e?”
Daniel mal podia respirar o peso sobre seu rosto; aguentava o f?lego enquanto seu estómago
recebia mais dois golpes, emitindo um grunhido abafado.
Estendeu os bra?os e pegou o pequenino que estava sobre ele. A crian?a tinha bochechas macias e
era t?o frágil que parecia que poderia quebrá um aperto mais forte.
Automaticamente, Daniel suavizou o aperto e, ao tirar o pesinho de cima de si, percebeu que era Iria.
A cabecinha d inclinou–se para frente,o se fosse cair.
Imediatamente, Daniel lembrou–se de que Iria tinha machucado a testa e, mesmo caindo na maciez
da cama, seria doloroso se batesse de frente.
Rapidamente, ele segurou o tecido das costas d e a odou sentada na cama.
Sentou–se e franzindo a testa desagrado, encarou Joel, que estava sentado em seu abd?men:
“Que alvoro?o é esse logo cedo?”
Joel, ao encontrar o olhar autoritário, sentiu um medo instintivo, mas a preocupa??o de n?o ver a m?e
e a avó ao acordar superou seu temor.
Com os olhinhos pretos e inocentes, ele disse: “Queremos nossa m?e, onde está? E a vovó, onde
foi?”
“é, queremos a m?e, queremos a vovó.” Iria concordou bn?ando a cabe?a vigorosamente, sua
vozinha doce.
Inês, que também tinha agarrado as pernas de Daniel, falou tristeza: “Quero a vovó, quero a m?e,
n?o quero ficar aqui, hmm…”
Heitor, parado aodo de Daniel, também se manifestou: “Onde está nossa m?e? Devolva para
nós.”
Daniele?ou a sentir uma dor de cabe?a e, tentando ser paciente, disse: “De agora em diante, v?o
morar aqui, e a pvra ‘m?e‘, o tempo, vocês v?o acabar esquecendo.”
Os pequeninos se entreolharam imediatamente.
Embora fossem jovens, tinham uma boapreens?o.
1/2
Capitulo 532
Rapidamente entenderam o que ele queria dizer: n?o veriam mais a m?e,
Iria imediatamentee?ou a chorar medo: “N?o, eu n?o quero esquecer minha m?e, eu quero
minha m?e, bua…”
“M?e, quero a m?e.” Inês murmurou, lábios trémulos,e?ando a chorar.
Joel apertou os lábios, seus olhos cheios de mágoa olhavam para Daniel, e as lágrimas giravam em
seus olhinhos negros enquanto seu corpo pequeno tremia a respira??o ofegante.
Heitor se revoltou ainda mais, enfrentando Daniel o pesco?o esticado: “N?o queremos você,
queremos nossa m?e! Nós n?o vamos esquecer nossa m?e!”
“N?o esquecer.” Iria solu?ou.
“M?e…” Inês disse medo, frágil e desamparada.
“Devolva nossa m?e.” Joel chorou ainda mais.
Daniel nunca havia lidado crian?as, muito menos quatro de uma vez. Cada um chorando na sua
frente.
This belongs to N?velDrama.Org.
Suas têmporas pulsavam.
Irrita??o e frustra??o se acumvam, prestes a explodir.
Seu olhar passou pelos rostos rechonchudos e infantis dos pequenos.
Ele se lembrou de se acalmar, eram seus filhos afinal.
Apenas crian?as.
Sua voz suavizou enquanto tentava acalmá–los: “Quem parar de chorar primeiro, ganha o que mais
gosta.”
11
…
”
Ninguém lhe deu aten??o, continuaram a choraro antes.
Daniel mordeu a parte interna da bochecha, nunca ninguém havia ignorado suas pvras. Essas
criaturinhas que mal chegavam à altura de suas pernas ousavam!
Ele respirou fundo e continuou: “Iria, sei que você adoraer, n?o é? Se você parar de chorar, vou
comprar o que você quiser.”
Iria conteve as lágrimas, seus olhos brilhantes e molhados olharam para ele um ar suplicante:
“Sério mesmo?”
“ro que sim.” Daniel respondeu.