Capítulo 518
Ouvindo as pvras doces de I, Olivia sentiu uma pequena vontade de rir.
Só uma crian?a poderia ser t?o inocente e pura.
Olivia abra?ou Iria e disse uma voz suave: “N?o se preocupe, quando seu machucado cicatrizar,
vamos tirar os pontos.”
“Estou usando um fio especial para cirurgia plástica, n?o é necessário remover. Ajuda al reduzir a
chance de cicatrizes. Uma menina t?o linda e fofao você, deve cuidar bern do machucado para
evitar cicatrizes,” explicou o médico enquanto costurava o ferimento de Iria.
Olivia agradeceu: “Muito obrigada, doutor.”
“De nada.”
Depois de costurar o ferimento na testa de Iria e cobrir uma bandagem, recebeu soro.
O medicamento anti–inmatório levaria mais de uma hora para ser administrado.
Felizmente, o médico as deu um leito espa?o para o soro.
Olivia se sentou na cama, segurando Iria nos bra?os, enquanto as outras três crian?as dormiam na
ponta da cama. Embora a cama fosse um pouco estreita, as crian?as se abra?avam, reduzindo o
espa?o ocupado, e assim todos conseguiam dormir.
Já passava das onze da noite e nesse horário, e as crian?as normalmente já estariam
sonhando.
Naqu hora, todas s também estavam cansadas. Heitor e Joel estavam deitados nasterais, e
Inês no meio, os irm?os cuidando e abra?ando–a, rostos cdos uns nos outros, todos
adormecidos.
Iria também dormiu nos bra?os de Olivia.
Teresa se sentou numa cadeira aodo, um olhar cansado, suspirou: “Antes de sairmos, as
crian?as n?oeram nada, só Iria tomou um pouco de leite. Até ent?o, n?oeram nada e
seguiram connosco nessa correria. Coitadinhos…”
Desde quee?aram a fugir, Teresa n?o havia perguntado a Olivia o motivo da fuga, e se manteve
cooperativa durante o tempo todo.
Sem perguntar, Olivia já imaginava que Teresa pensava que estavam fugindo de uma divida de
milh?es.
ainda n?o sabia que Daniel era o pai das crian?as.
estava fugindo de quê…
Olivia estava em conflito interior, pensando se deveria contar ou n?o a Teresa que Daniel era o pai das
crian?as.
Capitulo 518
Pensando que, se contasse, Teresa certeza procuraria Daniel para tirar satisfa??es.
Isso seriao cair na armadilha.
Era melhor deixar dedo.
Depois, quando estivessem estabelecidos e fora do alcance de Daniel, ai sim contaría tudo
a Teresa.
“Vou dormir um pouco, vouprar alguma coisa paraermos, disse Teresa, se levantando.
*Tenha cuidado, preste aten??o à seguran?a,” rendou Olivia.
s estavam num lugar desconhecido e Olivia temia que Teresa pudesse ter algum problema sozinha.
“Eu sei, descanse,” respondeu Teresa, saindo do quarto de hospital.
Olivia apertou Iria nos bra?os, passou carinhosamente a m?o no rosto da menina, cheia de ternura e
alívio.
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Com seus filhos ao seudo, n?o temia dificuldades.
Passos foram ouvidos entrando no quarto, e Olivia, alerta, olhou para ver quem era. Ao ver o médico
de jaleco branco entrando, segurando uma caixa retangr, que entregou a Olivia, disse: “Esta é uma
pomada para cicatrizes, deve ser aplicada quando o ferimento estiverpletamente curando, três
vezes ao dia.”
Olivia pegou a caixa e disse sinceramente: “Obrigada.”