Capitulo 510
O tico, abra?ado aoputador, depois de uma série de cliques, acessou as cameras de
seguran?a da rua da Comunidade Lejá.
Rapidamente, localizaram as imagens da familia de Olivia.
O rtório chegou: “Sr. Griera, a Srta. Souza pegou um táxi a ca LSN4149. Foi há m
hora.”
Daniel os olhos sombrios, entrou no carro e disparou em alta velocidade na dire??o em que o táxi
tinha ido.
Bruno o seguiu, e atrás vinha uma caravana de veiculos, seguran?as bem treinados e ticos
especialistas em invadir redes e acessar cameras de vigilancia.
Olivia e as crian?as, junto Teresa, n?o tinham saido do táxi desde que entraram.
deu o endere?o ao motorista do táxi, pedindo para sair da cidade.
Deixar a cidade levaria várias horas.
Mas, infelizmente, pegaram o horário de pico de tráfego e quando chegaram à ponte, encontraram um
congestionamento.
Os carros à frente estavam parados, e o deles avan?ava lentamente,o uma tartaruga, mal se
movendo alguns metros em um bom tempo, presos entre os veiculos à frente e atrás.
Olivia estava inquieta e ansiosa, sem saber se Daniel já tinha descoberto sua fuga.Copyright by N?v/elDrama.Org.
Para cortar qualquer pista que Daniel pudesse usar para encontrá, Olivia fez quest?o de desligar o
celr.
Assim, mesmo que Daniel tentasse ligar, n?o conseguiria.
também retirou o chip do telefone.
Pelo que sabia, um celr sem chip também n?o poderia ser rastreado.
No entanto, mesmo todas essas precau??es, estava nervosa, o cora??o acelerado,
incapaz de se acalmar.
Os quatro pequenos ainda n?o entendiam o que estava acontecendo.
Pensavam que iam viajar e tagarvam animadamente no banco de trás, suas vozes infantis e
alegres.
Heitor disse: “M?e, é a primeira vez que você nos leva para viajar, estou t?o animado.”
Antes, sua m?e estava sempre ocupada o trabalho e mal tinha tempo para ficar eles. Será
que era porque ele tinha ajudado a m?e a ganhar um bilh?o e agora tinha dinheiro. n?o precisava
correr atrás de dinheiro, e por isso tinha tempo para passar eles?
Capitulo 510
Se fosse verdade, Heitor ficaria muito feliz por finalmente poder ajudar sua m?e.
Joel, que admirava Heitor, concordou a cabe?a, feliz: “é, eu quero ver o mico–le?o–dourado. Eles
s?o t?o fofos na TV. Eu queria ter um.”
Teresa, que estava deprimida, n?o p?de evitar sorrir ao ouvir a conversa das crian?as: “O mico–le?o–
dourado é um tesouro nacional, n?o pode ser um animal de estima??o.”
“Por quê?“, perguntou Joel, inclinando a cabe?a, olhos inocentes e cheios de curiosidade.
“Porque eles s?o animais preciosos, tesouros do país,o vocês s?o os tesouros da nossa familia,
n?o podemos simplesmente dá–los para outras pessoas cuidarem.“, Teresa disse um sorriso,
acariciando a cabe?a de Joel.
“Ah, entendi“, Joel disse,o se tivesse tido uma grande rev??o. “Eles n?o podem deixar suas
m?es, sen?o ficar?o tristes e se sentir?o abandonados.”
Assimo eles n?o queriam deixar sua m?e e sempre queriam estar aodo d.
Teresa assentiu: “é exatamente isso.”
Iria, seu rostinho redondo e engra?ado, sorriu, suas bochechas covinhas ficando
ainda mais bonitas o
“Ent?o vamos pedir para nossa m?e dar um mico–le?o–dourado para cada um de nós, assim teremos
nossos micos–le?es–dourados e nunca vamos nos separar d.”
As pvras doces e inocentes das crian?as fizeram até o motorista rir.
Ele n?o p?de deixar de olhar para trás e ver os quatro pequenos no banco traseiro, lindoso anjos
e incrivelmente fofos.
Ao ouvirem–nos fr, erao se um encanto os envolvesse.
O motorista, olhos cheios de admira??o e afei??o ps crian?as, perguntou: “Os quatro tém mais
ou menos a mesma idade, s?o quadrigêmeos?”
Olivia, meio distraída, respondeu: “Sim.”
“Nossa, que lindos quadrigêmeos, e s?o t?o fofos. O pai deles deve amá–los muito, que felicidade“,
exmou o motorista.
Olivia for?ou um sorriso sem continuar a conversa.