Capítulo 495
Olivia: “……”
se perguntava se era t?o diferente assim. Talvez o seu desgosto fosse tanto que até o seu pdar
havia se adaptado a essa sensa??o de desabafo.
“Bota o trabalho dedo e vai fazer um cafezinho,” disse Bruno.
Sem alternativa, Olivia se levantou para preparar o café. N?o havia o que fazer, preparar café fazia
parte das suas obriga??es. Vendo que foi fazer o café, Bruno saiu da s.
Olivia escolheu os gr?os mais frescos, moeu–os, preparou um café, adicionou uma colherzinha de
a?úcar e um pouco de leite. Em seguida, pegou o café e se dirigiu ao escritório do presidente.
Bateu levemente na porta e, após receber permiss?o, entrou cuidadosamente.
Daniel estava sentado na cadeira presidencial, uma postura imponente e distinta.
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Bruno estava em frente à mesa, reportando: “Sr. Griera, enviei todas as informa??es da dona da loja
de brinquedos para o seu e–mail.‘
“Hum, pode ir,” disse Daniel um aceno. Bruno se retirou.
As m?os de Olivia, segurando o café, se apertaram de repente. A dona da loja de brinquedos?
N?o poderia ser a mesma que tinha encontrado ontem, poderia?
Por que Daniel estaria investigando a dona da loja? Seria porque teve contato a mulher e
havia transferido dinheiro para ?
Olivia n?o entendia o que Daniel queria, e a tens?o que a sufocava. O olhar intenso e escuro de
Daniel se voltou para : “Pretende ficar aí parada até o café esfriar?”
Com uma voz rica e magnética, que carregava uma autoridade natural, Olivia despertou e suas m?os
tremeram involuntariamente. Felizmente, se estabilizou a tempo de evitar que o café derramasse.
Olivia,o se acordasse de um sonho, respirou fundo para se acalmar e ‘foi até odo da mesa,
colocando o café de maneira contida e disse: “Sr. Griera, aqui está o seu café.”
ficou em pé, sem se mover, olhando ocasionalmente para oputador de Daniel, tentando ver as
informa??es sobre a dona da loja de brinquedos e se havia algo rcionado a .
n?ou um olhar furtivo para oputador e viu que estava apenas na t de início, sem nada
aberto.
Pensando que n?o havia sido percebida, quando desviou o olhar, encontrou os olhos profundos e frios
de Daniel. Seu olhar era profundo e cheio de mistérios, perigosamente intimidador. Olivia sentiu seu
cora??o tremer.
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“Parece bastante interessada no meuputador, n?o é?” perguntou Daniel, fixando o olhar
perigosamente n. Olivia riu nervosamente: “Imagina, só estava esperando se o Sr. Griera teria mais
alguma instru??o. Se n?o tiver, vou me retirar.”
Dito isso, saiu quase correndo do escritório. Segurou o peito, tentando acalmar o cora??o que
batia acelerado. A presen?a de Daniel era realmente assustadora.
Depois de recuperar um pouco a respira??o, Olivia ficou preocupada.
tinha o pressentimento de que as informa??es sobre a dona da loja de brinquedos que Bruno
mencionou definitivamente se referiam à mulher que conhecia. O que eles teriam descoberto?
Teria algo a ver ? Eles poderiam descobrir algo sobre a crian?a?
Olivia voltou para a s das secretárias, o cora??o inquieto.
O panico e a ansiedade pelo desconhecido eram torturantes, uma sensa??o insuportável de
impotência.
Na s presidencial, Daniel tomou um gole de café e os olhos negros fixos na t do
computador, abriu o e–mail.