Capítulo 465
“Vocês realmente procuraram por todos os cantos? Sumiu mesmo?” Olivia tentava conter o
medo em sua voz.
Será que n?o calu em algum lugar e a gente n?o viu?
Era um perfeito mal–entendido, mas n?o tinhao explicar.
Tinha pessoas e coisas mais importantes para proteger do que se preocupar explica??es.
“E aí?” Daniel olhava para olhos cada vez mais gélidos e prantes.
Olivia respirava dificuldade, incapaz de dizer mais qualquer coisa.
“Errou e n?o assume, isso é muito grave! Olivia, está puni??o?” Daniel estaval cada vez mais irritado,
fndo entre dentes.
Olivia sentiu um cfrio: “Eu…”
“Você n?o tem mais chance de explicar!” Daniel segurou seu queixo e a levantou de uma vez.
Com a outra m?o, apertou na cintura d, virando–a de costas e a fazendo deitar–se na cama.
Foi uma cena extremamente humilhante.
Olivia estava em panico total, tentando implorar: “Por favor, n?o!”
“Já é tarde!”
A voz de Daniel era rouca e furiosa.
Sem a menor piedade.
Daniel tinha um físico impressionante, ombrosrgos, cintura fina, pernas longas e fortes, um
verdadeiro espécime de propor??es douradas, um abd?men definido que exva umal atra??o
poderosa masculina, irresistivelmente sexy.
Mas também perigosamente intimidador.
Olivia apertava os punhos, mordia os lábios, suportando o desconforto.
P manh?, o sol se infiltrava p cortina, iluminando o rosto tranquilo da mulher, revndo um
vislumbre de exaust?o.
A coberta estava p metade sobre , a outra metade caída na borda da cama.
parecia uma b adormecida.
Olivia franziu a testa ee?ou a despertar lentamente.
Abrindo os olhos, o sol estava ofuscante, levantou a m?o para se proteger.
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pois de se acostumar a luz, abriu os olhos e, se lembrando da intensidade da noite. tabernor,
com a cabe?a zumbindo e o panico surgindo conforme a consciência despertava.
Olsou raiidamente para odo e viu que a outra metade da cama estava vazia.
Mas a vastid?o daquele espa?o, junto a outra metade da coberta, indicava que aquele homem
tinha dormido all, ainda havia um leve aroma de sandalo e a poderosa presen?a de hormonios no at.
Olivia se sentou rapidamente, sentindo o corpo doloridoo se tivesse sido esmagado, ainda
Nha sentir o calor residual dele em sua pele.
respirou fundo para aliviar a dor fisica e emocional.
As lembran?as da noite anterior passavam p cabe?a d, seu corpo amolecia e o rosto.
esquentava.
Mas seu cora??o estava iensuravelmente machucado.
Se fosse uma flor, teria murchado naqu noite.
Felizmente, era um ser humano vivo.
A maravilha de estar vivo é a capacidade de se curar.
Olivia jogou a coberta para odo, pronta para se levantar, e notou um copo de água e uma pil
branca no criado–mudo; seu olhar se fixou all.
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Olhando para o copo e para a pil por um momento, um sorriso auto–depreciativo surgiu em seus
labios. pegou a pil, levantou o copo e engoliu.
Em seguida, foi para o banheiro tomar um banho.
Depois de se vestir, procurou seu celr e ligou para Jimena.
Queria perguntar o que tinha acontecido o pingente.
“Olivia, finalmente você me ligou, e aí, gostou da surpresa que eu te dei? Ficou emocionada?” Assim
que atendeu, Jimena expressou o entusiasmo vibrante.
Que surpresa, hein?