Capítulo 449
Em seguida, ambos perceberam algo ao mesmo tempo e olharam um para o outro
abruptamente.
Ambospartilhavam da mesma incredulidade,o se tivessem descoberto um novo mundo.
“N?o será o que pensamos.!”
“N?o será o que pensamos.!”
Disseram juntas e em uníssono, incrédulos.
Logo depois, Jimena colocou o cr em cima do aparador, e juntas observaram o pingente em forma
de nuvem.
Inicialmente, n?o perceberam nada de estranho até que Olivia pegou a lupa de brincar de Joel,
ampliando a observa??o ao redor do pingente. descobriu uma fenda muito pequena nateral do
pingente, que n?o era visível a olho nu. Com uma lamina, s abriram
delicadamente a fendateral.
O pingente era feito de duas partes em forma de nuvem, idênticas na frente e atrás, e cercadas por
diamantes.
Mas dentro da nuvem havia um microchip, que emitia um tênue brilho azul.
Este chip estava localizado dentro da nuvem de tina e era praticamente invisível a olho nu; apenas
sob a luz sr direta, podia–se perceber a luz azul. Ao verem o chip azul cintnte, Olivia ficou sem
f?lego, trocando olhares surpresos Jimena.
“Eu sabia.”
“Eu sabia.”
A realidade confirmava suas suspeitas.
Se n?o estivessem enganadas, aquele chip era um rastreador.
“N?o é à toa que Daniel sempre sabe onde você está, até mesmo quando você se esconde no
armário, ele sabe exatamente onde encontrar você. O problema está aqui,” disse Jimena.
As sobrancelhas de Olivia se franziram, extremamente preocupada e ansiosa: “Só espero que isso
n?o seja também um dispositivo de escuta. Ele pode ter ouvido todas as nossas conversas as
crian?as.”
Jimena também se assustou essa possibilidade.
No entanto, rapidamente descartou a ideia, dizendo: “Provavelmente é apenas um localizador. Se
n?o, ele teria levado as crian?as sem mais nem menos e n?o teríamos tanta tranquilidade. E, além
disso, ele sempre vem atrás de você, sem nunca mencionar as crian?as.”
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Capítulo 449
Olivia pensou um pouco e concordou.
Daniel era arrogante e autoritário, e desde que descobriu que era filha de Gabriel, ele a tratou
hostilidade.
Embora nos últimos dias ele tenha sabido exatamente onde estava, nunca mencionou as
crian?as.
E, na noite anterior, ele até tinha insistido para que tomasse a píl anticoncepcional.
Provavelmente, Daniel ainda n?o tinha descoberto a existência dos filhos.
Enquanto sentiam um alívio, também estavam apreensivas e preocupadas: “Parece que vamos ter
que renovar o contrato daqu casa.”
Jimena concordou o que pensava e disse:“Sim, depois do trabalho é melhor você ir direto
para lá. Quanto às crian?as, eu passarei por aqui frequência.”
Era a única maneira de n?o levantar suspeitas.
Se s se mudassem agora, poderiam dar a entender exatamente o que queriam esconder.
Olivia estava exausta, mas grata, olhou para Jimena: “Jimena, obrigada p ajuda.”
“Sem preocupa??es, eu sou a madrinha das crian?as,” respondeu Jimena um sorriso.
Olivia a abra?ou, um tom de voz manhoso e cansado: “Hmm, é t?o bom ter vocêo melhor
amiga. O que eu faria sem você?”
“Amigas para sempre,” disse Jimena, sorrindo enquanto dava tapinhas nas costas de Olivia,
descansando o queixo em seu ombro. O vestido de Olivia era de g redonda e um pouco folgado.
Jimena, observando por cima da g, viu as marcas vermelhas nas costas d e, surpresa e um
pouco fofoqueira, perguntou: “Ei, Olivia, o que é essa marca enorme de morango nas suas costas? Foi
Daniel que fez?”
Naquele momento, Teresa abriu a porta e entrou as crian?as.
Iria, que era louca por doces, ouviu a pvra “morango” e imediatamente se interessou, correndo
animada em dire??o a s: “Eu também quero morango.”