Capítulo 436
Olivia levantou a cabe?a en?ou um olhar para Daniel. Ele manuseava os talheres uma
elegancia e distin??o ao saborear o café da manh?, nem mesmo dando a um olhar de rnce.
Com um leve suspiro, Olívia sorriu, pegou oprimido, colocou–o na boca e em seguida pegou o
copo d’água para engolir a medica??o.
Sem dizer uma pvra, pegou a tig,eu uma tig de mingau rapidamente, apesar de a
refei??o ser abundante, n?o tocou em nada. Terminando o mingau, colocou a tig dedo e
disse: “Estou satisfeita, vou indo.”
Com essas pvras, se levantou e partiu.
Daniel n?o a impediu, continuou elegantemente aproveitando o café da manh?, mas em seus olhos, a
profundidade erao a queda de neve.
O cora??o de Olívia estava pesado e ferido, mas acima de tudo, furioso.
Embora desta vez Daniel n?o tivesse dito nada, suas a??es já diziam tudo.
n?o era digna de carregar seu filho, e ele certamente n?o permitiria que desse à luz a sua
crian?a!
Ele nunca considerou ter um futuro .
Agora, eles estavam em um rcionamento proibido.
Apesar de já estar ciente de sua situa??o, a píl anticoncepcional ainda feria seu cora??o.
saiu do restaurante, olhou para o céu limpo e respirou fundo, tentando acalmar suas emo??es.
Depois de se acalmar um pouco, pegou um táxi e deu o endere?o da Comunidade Lejá.
Originalmente tinha nos de ir trabalhar, mas agora n?o queria mais.
Estava exausta, tanto mental quanto fisicamente.
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Decidiu ent?o matar o trabalho.
Se Daniel descobrisse, que descobrisse. Melhor ainda se ele a demitisse!
até preferiria ser demitida.
Chegando em casa, já passava das onze, e n?o estava lá ninguém. Nessa hora, as crian?as estariam
na esc, e Teresa provavelmente tinha ido para o clube de xadrez.
Mesmo após mudarem de bairro, as crian?as continuavam a frequentar o mesmo jardim de infancia,
só poderiam transferir para um mais próximo no próximo semestre.
Teresa geralmente ficava observando o jogo de cartas até a hora da saída das crian?as, para
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Capítulo 436
depois ir buscás.
Mesmo a casa vazia, o sentimento de estar em casa era diferente.
O sofá estava cheio de brinquedos das crian?as, e as mamadeiras e utensílios ds estavam sobre a
mesa da cozinha.
Por todo canto, sentia–se o doce aroma dos pequenos.
Aliviou o cora??o dolorido de Olivia. se sentou no sofá, abra?ando o grande urso de pelúcia da Iria,
como se estivesse abra?ando o corpinho macio e adorável da menina, seu cora??o dolorido
gradualmente se acalmou. Com os olhos fechados, buscava sua própria cura quando o celr
tocou.
Olívia apertou o cora??o, pensando que poderia ser uma liga??o do Grupo Griera, ou talvez de Daniel
perguntando por que n?o tinha ido trabalhar.
Mas ao ver a chamada na t, percebeu que era Jimena.
Seu cora??o finalmente se acalmou ao atender.
“Querida, você está no trabalho?” A voz otimista e brincalhona de Jimena soou do outrodo
da linha.
Esse carinhoso “querida” aliviou bastante o humor abatido de Olívia.
respondeu: “N?o, estou em casa.”
“Você n?o foi trabalhar hoje?” Jimena expressou surpresa. “Ah, verdade, o que aconteceu ontem à
noite, hein?”
Na noite anterior, Jimena tinha sido acordada por uma liga??o confusa de Olívia, que disse algo que
n?o fazia sentido.
Felizmente, reagiu rapidamente e soube que havia algo misterioso em suas pvras, ent?o continuou
a conversa conforme suas dicas.