Capítulo 415
Olivia hesitou por um instante, o corpo tenso, caminhou em dire??o ao canto mais afastado,
contornando o sofá a inten??o de se sentar ali.
Quando passou por Daniel, o pulso foi subitamente agarrado.
A palma da m?o do homem calejada, a for?a vigorosa, a palma quente.
Segurando Olivia, o cora??o d involuntariamente estremeceu, e olhou para trás.
O olhar prante dele encontrou o d por um momento, e, sem discuss?o, ele a puxou para
sentar–se ao seudo, envolvendo sua cintura um bra?o.
O gesto era sugestivo.
Olivia se assustou, lutando brevemente, mas a for?a de Daniel era incontestável.
Percebendo a resistência, a m?o firme de Daniel segurou sua cintura delicada, fazendo sentar
comportadamente aodo.
“V?, o que o senhor quer?” Daniel tomou a iniciativa, questionando Eduardo Griera.
Eduardon?ou um olhar para os dois, notando o bra?o de Daniel em volta da cintura de Olivia, um
gesto que sugeria que eles talvez fossem amantes, além do domínio possessivo do homem sobre a
mulher.
Ele sabia que Daniel estava fazendo aquilo de propósito.
“Sobre Elisa…”
“Esse negócio de casamento arranjado, eu n?o quero mais fr” disse Daniel.
O velho Sr. Griera olhou profundamente para Daniel, o olhar passando rapidamente p m?o que
segurava na cintura de Olivia: “Ontem à noite, soube pelo Fábio que você n?o voltou para a casa.”
“V?, parece que o senhor está tempo livre demais. Pedi para o Bruno reservar passagens para o
senhor viajar para o exterior, rxar um pouco,” disse Daniel, servindo uma xícara de chá para
Eduardo.
Cada frase n?o respondia diretamente ao que ele dizia, mas todas recusavam suas pvras.
Ele n?o entraria em nenhum casamento arranjado, muito menos Elisa.
O que aconteceu na noite anterior, o fato de ele n?o ter voltado para casa, era assunto dele.
Daniel já tinha trinta anos, era adulto e responsável ps próprias a??es.
Ele sabia que os avós se preocupavam ele, mas ele n?o era mais uma crian?a.
O velho Sr. Griera respirou fundo, entendendo o recado de Daniel.
Mas o velho Sr. Griera sentia–se desconfortável isso.
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Capitulo 415
Ele pegou na xícara de chá e a esvaziou de um gole, seu olhar incisivo passou por Olivia, e ele se
levantou para sair.
Olivia sentiuo se tivesse sido esfaqueada pelo olhar dele.
O desprezo evidente do velho Sr. Griera por era t?o ro quanto descarado.
Olivia retirou a m?o de Daniel e se levantou, se afastando alguns passos para criar distancia entre
eles.
Com um tom estritamente profissional, disse: “Sr. Griera, o Concurso Gastron?mico terminou
sucesso, tanto os jurados quanto o público foram justos os participantes. A emissora também
está satisfeita a audiência do evento, e esse investimento foi lucrativo.”
Daniel percebeu a atitude distante e indiferente, e levantou os olhos sombrios para : “Você está
feliz?”
Olivia hesitou, sem entender o que ele quis dizer.
O sucesso do Concurso Gastron?mico tinha a ver a felicidade d?
Será que ele havia percebido algo?
Insegura, Olivia respondeu: “ro que estou feliz p empresa, é mais um investimento bern–
sucedido.”
O canto da boca de Daniel se levantou, revndo um sorriso frio e ir?nico: “A filha da sua melhor
amiga ganhou o campeonato e levou o prêmio, e o Gabriel conseguiu finalizar um projeto e foi
promovido. Duas vitórias uma só tacada, ro que você estaria feliz.”