Capitulo 406
“Você tem duas op??es: uma você abre a porta duas, eu arrombo a porta.”
Binquarto Ono hesitava, tomada pelo panico.
Pelo telefone, a voz grave e gda de Daniel ecoava ao telefone.
Erao se ele adhinhasse os pensamentos d.
Essa vor duplicava o medo de Olha
rapidamente saltou da cama: “Espera, eu vou abrir a porta.
Com passos apressados, Olivia caminhou até a porta, suas m?os tremendo levemente ao segurar a
ma?a, mas, no fim, teve que abri.
Um homem atto e imponente estava à porta, um rosto bonito e uma express?o austera que
parecia emanar frieza.
Tentando tomar a iniciative, assim que abriu a porta, disse: “Sr. Griera, o que o senhor deseja?
Vamos conversar fora.”
mal deu um passo e seu pulso foi agarrado, delicado demais para uma única m?o, a for?a do
homem era grande, firme e carregada de um calor ardente, sem deixar espa?o para resistència.
Daniel a puxou para dentro da casa.
A respira??o de Olivia ficou presa, seu cora??o batendo aceleradamente.
Por que Daniel viria à casa d naquele momento?
Num piscar de olhos, ao ver Daniel caminhando em dire??o ao seu quarto, o cora??o de Olivia batia
ainda mais rápido, e recuou, for?ando–se para trás: “Sr. Griera, deixe–me preparar um cha…*
realmente n?o queria que ele entrasse em seu quarto.
Danieln?ou um olhar frio para : “N?o estou sede!”
Com essas pvras, ele a arrastou para o quarto, torcendo a ma?a e abrindo a porta.
Olivia respirou fundo, o cora??o quase saltando do peito.
Quando a porta se abriu, estava tudo escuro, mas Daniel encontrou o interruptor e um “clique“,
acendeu a luz do quarto.
A luz suave instantaneamente iluminou todo o espa?o.
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O quarto era pequeno, uma cama no centro e duas mesinhas de cabeceira aodo. . As cobertas
estavam parcialmente puxadas para trás,o se alguém tivesse se levantado às
pressas.
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Capitulo 406
Naquele momento, a cama estava vazia, mas o cobertor desarrumado e a temperatura aínda quente
indicavam que uma mulher havia estado lá há pouco tempo. Olivia, vestida em seu pijama, ainda
exva o calor de quem acabara de acordar, e o suave perfume feminino que vinha d era ainda
mais provocante.
Daniel engoliu em seco e, levando–a para o quarto, a fez sentar–se na cama. Colocou suas m?os nos
ombros d e a deitou na cama, seu corpo musculoso e forte sobre .
Ele se inclinou para beijá.
A presen?a masculina forte e dominadora estava se aproximando, e Olivia perdeu o ritmo de sua
respira??o, seu cora??o apertado, virou o rosto, evitando o beijo.
Seus lábios ro?aram o rosto d,o uma corrente elétrica, deixando o cora??o de Olivia ainda
mais tenso.
Nervosa, disse: “Sr. Griera, eu ainda estou ferida, n?o posso…”
ainda tinha um penso na cabe?a, o ferimento de uma batida n?o havia curado, e a concuss?o
ainda n?o estavapletamente resolvida.
Olivia temia que Daniel entrasse e descobrisse qualquer vestígio das crian?as que viveram naquele
quarto.
Como da última vez, pensou que tinha limpado todos os pertences das crian?as sem deixar
rastros, mas quase foi descoberta quando um bico de mamadeira caiu no sofá e por pouco Daniel n?o
viu. Naquele dia, Olivia quase teve um ataque cardíaco, mas felizmente conseguiu evitar o pior no
último momento.
Desta vez, embora as crian?as n?o estivessem em casa e tivesse arrumado o quarto e a casa,
ainda assim estava preocupada que algo tivesse sido esquecido, deixando vestígios da presen?a
ds para Daniel encontrar.
Ele era t?o perspicaz que qualquer pista sobre as crian?as certamente o levaria a suspeitar do
segredo que guardava.
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