Capítulo 384
Olivia pega a m?o de Teresa que está batendo em seu bra?o e a segura carinho.
Teresa a havia batido, mas n?o doía nem um pouco.
Olivia sabia que aquilo era uma maneira de Teresa extravasar sua preocupa??o extrema.
olhou para Teresa e disse, um tom consdor: “M?e, eu estou bem, de verdade. Só estava
resolvendo algumas coisas do trabalho, n?o precisa se preocupar.”
Sabendo que sua m?e estava preocupada , mas agora na frente de seus quatro filhos, Olivia
certamente n?o poderiapartilhar o que havia passado. as crian?as, por mais novas que fossem,
entendiam tudo.
n?o queria que, ainda t?o jovens, ficassem preocupadas ou ansiosas por sua causa.
Teresa enxugou as lágrimas e tentou se acalmar, dizendo: “vamoser, você está magrinha.”
conhecia os escrúpulos de Olivia e,o avó das crian?as, certamente tinha pena ds.
n?o queria que as crian?as conhecessem os males do mundo em uma idade jovem.
Na mesa, ainda havia um prato de feijoada.
Com a colher, Teresa serviu um pouco da feijoada no prato de Olivia.
Olivia sorriu para Teresa, um sorriso de conforto, de assegurar que estava tudo bem.
Determinada a n?o desapontar a m?e, se preparou paraer a feijoada.
O prato estava muito gorduroso e condimentado.
Assim que Olivia entrou em sua boca, seu est?mago se revirou e teve vontade de vomitar.
Imediatamente, conteve a vontade de vomitar, cuspiu o macarr?o na boca, colocou a tig no
ch?o, pegou uma toalha de papel e limpou a boca, e bebeu um gole de água para acalmar o
est?mago.
Teresa franzia a testa ao ver toda a cena, e perguntou certa severidade: “o que foi, n?o gostou do
que preparei?”
Olivia apressou–se em negar, dizendo: “N?o é isso, eu já tinhaido antes de vir, estou muito cheia,
n?o consigoer mais.”
Era a verdade.
Antes de chegar, haviaido uma tig de a?aí gran.
Mas n?o estava t?o cheia assim.
O mal–estar e a vontade de vomitar vinham do fato de que seu est?mago estava vazio há dias
e ainda n?o havia se recuperadopletamente, n?o podendo lidar alimentos muito
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gordurosos ou pesados.
Só podia consumir alimentos leves e líquidos.
Caso contrário, o est?mago n?o aguentaria.
Agora mesmo, depois deer apenas um peda?o de macarr?o frito de rio, seu est?mago estava se
revirando fortemente, isso era o est?mago rejeitando essaida de sabor pesado, se
autoprotegendo.
Com um olhar de desagrado, Teresa disse: “Ent?o Beba água!”
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Após fr, pegou um espetinho de churrasco e mordeu for?a,o se estivesse
desabafando sua frustra??o e preocupa??o.
Jimena observou o clima tenso entre a m?e e a filha, e também n?o se atreveu a interromper.
“Está Tudo bem, agora que você voltou, as crian?as também est?o tranqus, n?o v?o mais chorar à
tua procura. Se você estiver realmente cheia, tome um pouco de iogurte. Hoje a nossa Iria ganhou a
semifinal do Concurso Gastron?mico e em alguns dias teremos a final. Estamosemorando a
vitória d, ent?o vamos ficar felizes.”
Jimena mudou de assunto para animar a atmosfera.
Olivia sorriu para e n?o disse mais nada, e Teresa transformou sua tristeza em apetite.
Os adultos pararam de fr, apenas uma troca ocasional de pvras infantis entre as crian?as.
Em pouco tempo, tudo na mesa estava pronto.
Era hora de ir para casa.
Jimena estava preocupada: “Como faremos o carro? n?o cabemos todos.”
Levar quatro crian?as e mais um adulto já seria demais.
Se Olivia também fosse, seria um caso grave de excesso de lota??o, sem mencionar o perigo e a
possibilidade de serem parados p polícia.
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