Capítulo 380
Como Iriae?ou a procurar p m?e no programa?
disse que sua m?e tinha desaparecido há quatro dias, estava fndo d mesma, certo?
Da televis?o, vinha a voz doce e séria de Iria.
“O nome da minha m?e é fácil de lembrar, é doce e carinhoso.”
Olivia sentiuo se sua alma estivesse prestes A sair do corpo, o cora??o palpitando
de susto.
Ao redor, o som da voz de Iria prestes a revr seu próprio nome.
Diante de seus olhos, estava Daniel cercado por uma frieza gda, seus dedos finos segurando o
queixo d, seu belo rosto oprimido por uma frieza gda.
Era uma tens?o de estar entre a cruz e a espada, os nervos t?o esticados que pareciam prestes a
se romper.
“O nome da minha m?e é…”
“Shhh.”
No exato momento em que Iria ia revr o nome da m?e, o som parou abruptamente, e a t da TV
escureceu, seguida ps luzes da s de estar.
Olivia suspirou aliviada, sentindo seu cabelo e costas encharcados de suor.
Era tarde, anoitecer, e a luz natural era fraca, e quando as luzes se apagaram, o brilho do ambiente
diminuiu um pouco.
Mas isso n?o impediu Daniel de ver cada express?o no rosto de Olivia, que nervosamente tinha gotas
de suor surgindo em sua testa.
Com o rosto apertado entre os dedos de Daniel, estava t?o perto que ele podia sentir sua
respira??o pesada.
Ele cerrou os dentes levemente, o hálito gdo borrifando o rosto d: “Quer ter um filhoigo,
é?”
Olivia apenas rxou um pouco os nervos, instantaneamente tensa, olhos ros, também saiu do
panico contido, disse apressadamente: “eu tomei píl anticoncepcional, fique tranquilo, n?o vou
engravidar. Eu Sei que você n?o gosta de crian?as e eu n?o vou me iludir…” ele havia perguntado
antes se gostava de crian?as.
tinha dito que sim.
Ele disse que n?o permitiria que tivesse o que queria.
Ainda N?o tinha tido tempo de digerir o significado de suas pvras.
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Mas agora, ouvindo a raiva gda em sua voz, entendeu tudo.
Ele queria dizer que n?o permitiria que engravidasse dele, e muito menos que tivesse um filho seu.
Ele n?o gostava de crian?as e n?o tinha o menor direito de ter um filho dele.
Olivia entendeu profundamente o que ele queria dizer, mas seu cora??o involuntariamente se apertou
com dor, uma sensa??oncinante que parecia reverberar e deixar um peso no peito.
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sentia pena dos seus quatro tesouros.
E tambémmentava a sua própria situa??o.
Satisfeito por ter dito algo t?o “sensato“, Daniel afastou o queixo d e grunhiu.
Naquele momento, as luzes da s de estar voltaram a acender, assimo a t da TV também
voltou a brilhar.
Mas n?o mostrava mais a página do programa, e sim a t inicial do aparelho.
Fábio veio correndo, explicando nervosamente: “Sr. Daniel, o disjuntor caiu de repente, causando um
breve apag?o, mas já está consertado.”
Daniel acenou a m?o dispensando–o.
Fábio se curvou e saiu.
Olivia, por outrodo, estava imensamente aliviada que, no momento crucial, a energia tivesse caído,
pois as consequências seriam inimagináveis.
olhou cuidadosamente para Daniel ao seudo, cuja express?o fria parecia ter suavizado
bastante.
Deve ter sido por causa do que disse, que o tinha satisfeito.
Ent?o, ele realmente n?o queria que tivesse um filho dele.
Olivia sentia um aperto no cora??o, mas n?o desanimou e aproveitou o momento, dizendo: “Sr. Griera,
posso ir para casa hoje? Minha m?e deve estar muito preocupada por n?o me ver há alguns dias. e se
n?o me encontrar e chamar a polícia?”
Daniel virou a cabe?a para odo, seus olhos frios e afiados, cheios de opress?o, encarando–a:
“Ent?o deixe chamar a polícia, será bom para vero sua querida filha destruiu tantas
antiguidades.”
Ao ouvir a pvra artefatos, o cora??o de Olivia se afundou de medo, raciocinando, suas m?os e pés
n?o podiam ser colocados de forma tensa e indefesa.
arregalou os olhos em panico, sorriu falsamente e disse: “Eu realmente sinto muito, estava
intoxicada naqu hora, tudo o que via na minha frente eram cenouras e repolhos brancos, nem
percebi que eram antiguidades. Fábio disse que aqueles itens valem um bilh?o…”
ao dizer “um bilh?o“, Olivia sentiu sua respira??o pesar ainda mais.
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