Capítulo 363
suportou a dor que parecia desmontar seu corpo inteiro, levantou–se da cama e fez sua higiene
matinal.
No espelho, abaixo do pesco?o, notou manchas roxas que tornavam até a respira??o difícil. Tomou
um banho rápido, saiu do banheiro, pegou as roupas que estavam no ch?o, prontas para serem
vestidas.
Mas as roupas estavam t?o rasgadas que n?o dava mais para usar.
Certamente n?o desceria de roup?o.
Abriu o guarda–roupa e viu que só tinha roupas de Daniel: ternos pretos, camisas brancas e pretas,
todas bem arrumadas.
No entanto, havia um vestido feminino pendurado aodo.
Olivia percebeu de imediato que o vestido era um presente de Daniel, que havia devolvido.
N?o esperava que ele o tivesse trazido de volta e pendurado no armário.
Parecia que aqu era a única op??o de roupa para .
Vestiu o vestido e desceu as escadas.
O mordomo Fábio disse respeitosamente: “Srta. Souza, a refei??o está pronta, por favor, venha por
aqui.”
This belongs ? N?velDra/ma.Org.
Ele fez um gesto de convite uma leve reverência.
à medida que Olivia se aproximava da mesa, deparou–se um banquete espléndido à sua
espera.
Bife,gosta, caranguejo… O aroma delicioso daida fez seu est?mago roncar estava faminta.
Mas hesitou em sentar–se, pois Daniel n?o estava à vista.
ficou aodo da mesa, indecisa.
Ao perceber sua relutancia, Fábio disse: “Sr. Daniel n?o está, foi para a empresa. Srta. Souza, por
favor, sente–se e aproveite, n?o precisa esperar pelo Sr. Daniel.”
Ent?o ele tinha ido para a empresa.
Isso fazia sentido, já que ele passara o dia todo dormindo e nem fora ao trabalho.
Lembrar–se do motivo pelo qual ele n?o fora à empresa, e do que acontecera desde a madrugada até
o meio–dia, deixou–a um misto de sensa??es entre ternura e constrangimento.
estava chateada a maneirao Daniel a tratara.
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Capitulo 363
Mas, mesmo assim, n?o podia deixar aida esperando,
Se a pequena Iria estivesse lá, teria corrido em dire??o ao banquete,endo alegremente.
Isso mesmo, precisavaer para ter for?as para partir.
Olivia sentou–se e transformou sua tristeza em apetite, devorando aida.
Imaginou agostao se fosse Daniel, o caranguejoo se fosse Daniel!
Mordendo e mastigando,o se destruisse a fonte de sua irrita??o.
Em pouco tempo, a mesa estava ch de cascas de frutos do mar.
Olivia estava satisfeita.
pegou um guardanapo, limpou a boca, arrotou e levantou–se para sair.
Fábio n?o a deteve.
Ao chegar à porta, dois seguran?as estenderam os bra?os, bloqueando seu caminho.
Aqu cena era muito familiar.
Olivia parou e disse firmeza: “O que vocês est?o fazendo? Eu preciso ir, por favor, deixem–me
passar.”
Um dos seguran?as olhou para trás e disse: “Srta. Souza, o Sr. Daniel ordenou que você n?o pode
sair.”
“Srta. Souza, por favor, n?o nos coloque em uma situa??o difícil,” disse o outro seguran?a.
Ao reconhecer os mesmos seguran?as que haviam ficado na porta do quarto do hotel na noite.
anterior. Eles tinham restringido sua liberdade da mesma forma que agora a impedia de sair.
O que Daniel pretendia fazendo isso? Mantê prisioneira?