Capítulo 352
ouviu a voz dele e logo percebeu que era Olivia,
Jimena negou apressadamente: “ro que n?o é a Olivial Olivia trabalha no Grupo Griera,o teria
namorado? é outra amiga minha.”
“Que cara mais louco, n?o quer terminar e ainda tenta contrr a liberdade dos outros?” Carlos
duvidou, erguendo uma sobrancelha.
Jimena concordou fricamente: “é loucura mesmo. Por isso que eu sempre digo, mulher tem que
abrir o olho quando escolhe um namorado.”
Enquanto fva, seus olhos redondos e brilhantes se voltaram para Carlos por um instante, revndo
um desejo indisfar?ável por ele.
Carlos ficou desconfortável o flerte descarado d e desviou o olhar, perguntando: “Qual amiga?”
“Uma colega da faculdade, Marina. Se n?o acredita, pode conferir.” Jimena inventou rapidamente uma
desculpa, usando o nome de uma colega verdadeira.
Carlos ficou meio desconfiado,n?ou–lhe um olhar e pegou o celr para enviar uma mensagem ao
assistente.
Vendo que ele realmente ia investigar, Jimena sentiu um frio na barriga.
E se ele descobrisse que n?o era Marina, saberia que estava mentindo.
O que faria se ele n?o ajudasse? Jimena estava ansiosa.
Logo, Carlos recebeu uma resposta do assistente.
Ele abriu a mensagem e Jimena tentou espiar, esticando–se na ponta dos pés.
Mas Carlos levantou a m?o, impedindo–a de ver.
Sem conseguir ver a mensagem, Jimena ficou nervosa e fez um biquinho frustrado.
Carlos leu o conteúdo, e seu rosto bonito se fechou.
Inquieta, Jimena perguntou: “E aí?”
n?o sabia o que o assistente tinha descoberto, estava apreensiva e seu cora??o batia acelerado.
Carlos disse: “Conta aí,o eu distraio eles?”
O cora??o nervoso de Jimena se acalmou num instante, ent?o ele acreditou n?
-Mas o que Carlos havia descoberto?
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n?o sabia, e, na verdade, n?o se importava muito; afinal, Marina era só Marina, uma mulher que
sempre rivalizava e Olivia. Os feitos d n?o importavam.
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Capitulo 352
Contanto que Carlos estivesse disposto a ajudar, estava tudo bem.
“Como vou sabero distrair? Pensa em alguma coisa, ué.” disse Jimena baixinho.
Carlos franziu a testa: “Se liga, você que me pediu ajuda.”
A mensagem que o assistente tinha enviado dizia que Marina realmente tinha um namorado, um cara
influente que intimidava os outros.
“Mas é você que tá me pedindo ajuda, né? Ent?o, parte da ajuda é usar a cabe?a, ser esperta.”
sussurrou Jimena, gestdo, para evitar que os seguran?as do outrodo ouvissem.
“Você é burra, é? N?o tem inteligência?” Carlos olhou para o se estivesse olhando para
alguém sem no??o.
Jimena: “….
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Ah, estava furiosa, ele tinha chamado de burra!
Odiava mais do que tudo ser chamada de burra.
Para provar seu ponto, esfor?ou–se para ter uma ideia, determinada a impressioná–lo.
Pouco depois, seus olhos brilharam: “Tenho uma ideia!”
Carlos perguntou: “O que é?”
Jimena fez um gesto para ele se abaixar, sinalizando que queriapartilhar um segredo.
Carlos estava relutante, mas vendo a ansiedade d, ele teve que conter a impaciência, se abaixou e
aproximou o ouvido d.
Jimena sussurrou em seu ouvido, gestdo enquanto fva.