Capítulo 327
n?o conseguia entender por que Daniel estava pedindo sua opini?o, deixando–a decidir se
assinava ou n?o o contrato do concurso gastron?mico.
Será que antes Viviana Pereira também tomava decis?es por ele?
Olivia pensou por bastante tempo, mas ainda assim n?o conseguia entender o que Daniel realmente
queria.
Esse Daniel era mesmo um sujeito estranho, de humor volátil e imprevisível.
Com o cora??o apreensivo, finalmente chegou ao fim do expediente.
Daniel n?o a procurou mais.
Isso a deixou bem mais aliviada.
A ponto de sair do trabalho, deixou diretamente a s da secretária, n?o maiso da primeira
vez, ainda esperando Daniel sair antes de ir embora.
Foi direto ao shopping, pegou o terno sob medida que havia eendado e pegou o ?nibus
para casa.
Sentada no ?nibus, examinou a pe?a de roupa, que estava ótima, quase idêntica ao terno que
Sergio havia lhe emprestado uma vez.
Aquilo era a verdadeira defini??o de ser habilidosa.
Chegando ao bairro, Olivia avistou de longe duas crian?as brincando um filhote de cachorro, em
uma verdadeira “batalha canina“.
O filhote estava a um metro de distancia, olhando para cima etindo vigor, mostrando sua
ferocidade.
As crian?as, duas meninas de quatro anos, estavam na frente. A de cabelos curtos, vestindo uma
jardineira, era Inês, que protegia atrás de si Iria, duas trancinhas e bochechas rechonchudas.
As m?os pequenas de Iria agarraram a camisa de Inês ps costas, batendo levemente os pés
medo.
As m?os pequenas e curtas de Inês a protegeram atrás dele, e sua voz infantil, dizia: “N?o tenha
medo, irm?, eu vou proteger você.”
E, isso, tambémtiu para o filhote, uma voz aguda, tentando mostrar que era mais
intimidadora.
A cena era adoravelmente feroz.
O filhotinho, assustado o tom agudo d, parou detir e correu para perto de sua m?e. que o
confortoumbidas na cabe?a.
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Capitulo 327
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Ao presenciar essa cena, Olivia n?o p?de deixar de sorrir, aproximando–se das crian?as.
Inês, que havia “derrotado” o filhote, virou–se ee?ou a consr Iria, dizendo: “N?o tenhal medo,
irm?, sua ca? está aqui para proteger você.”
“Iria, Inês, o que vocês est?o fazendo aqui embaixo sozinhas? Cadê a vovó?” Olivia se aproximou.
Os dois pequeninos ouviram a voz familiar e imediatamente olharam em sua dire??o, estrs
imediatamente se acenderam em seus olhos grandes, escuros ecrimejantes, bn?ando suas
perninhas curtas e correndo animadamente em dire??o a .
“Mam?e!”
“Mam?e!”
Os dois pequeninos pram nos bra?os de Olivia, que se agachou, envolveu um dos pequeninos
uma das m?os e deu um beijo em seus rostinhos macios e delicados.
Era uma sensa??o de puro amor e felicidade.
“M?e, eu e a Inês descemos para jogar o lixo fora, e a vovó está fazendoida gostosa,”
disse Iria, feliz.
“ótimo, vamoser algo gostoso,” respondeu Olivia, segurando a m?o de cada uma e caminhando
em dire??o a casa.
Assim que entrou, foi recebida pelo aroma delicioso daida. Olivia, que n?o havia almo?ado, sentia
uma fome que a deixava tonta.
Quando sentiu o cheiro deida, sua saliva foi imediatamente liberada e sua boca ficou
agua na boca.
Rapidamente foivar as m?os, pegou os talheres ee?ou aer vorazmente.
Teresa trouxe um prato recém–preparado e, ao ver Olivia devorando aida, franziu a testa e disse:
“Olha só para você, parece que n?oe há séculos.”
“Eu pulei o almo?o, estou morrendo de fome,” Olivia respondeu a boca cheia.
“Coma, depois vá rápido ao hospital e ajude sua tia de segundo grau a pegar sua prima Vania Souza e
levá para casa, recebe alta hoje,” disse Teresa.
“Por que eu tenho que buscá?” perguntou Olivia, confusa.
“A empresa n?o te deu um carro? Ent?o pega o carro para buscar , mostra para a tua tia e para a
Vania que a nossa Olivia também pode dirigir um carr?o, e vamos ver se s ainda vào ter cara para
nos desprezar!” Teresa ainda lembrava da última vez que foram visitar o interior, quando Vania se
gabou do seu carro de luxo na frente de todo mundo e menosprezou eles por -terem voltado de trem.