Capítulo 298
Olivia ficou apavorada a ideia de Teresa aparecer panhada pelos quatro pequenos fofinhos.
Seu cora??o pulou até a garganta, e correu ao encontro de Teresa para impedi de se aproximar.
“M?e, olha só, eu voltei, né?” Olivia disse, segurando os bra?os de Teresa um nervosismo
evidente.
Teresa conhecia sua filhao ninguém e sabia que quando estava nervosa, algo estava errado.
olhou for?a e desconfian?a por cima do ombro de Olivia: “Quem te trouxe de volta, hein? Por que
essa afli??o toda?”
Quando percebeu que Teresa estava olhando por cima de seu ombro, Olivia ficou ainda mais aflita,
quase empurrando a m?e para bloquear sua vis?o: “Ninguém, m?e. Eu peguei um táxi,”
Enquanto fva, Olivian?ou um olhar discreto para trás e notou que o carro preto que estava lá
agora havia desaparecido. O Rolls Royce de Daniel já tinha ido embora. Finalmente, sentiu seu
cora??o se acalmar.
“Sua danada, voltar de táxi e ainda parecer que está a consciência pesada. Até parece que foi teu
chefe que te trouxe. Com tua situa??o, cê acha que ia dar liga o patr?o? Já tá bom demais
encontrar alguém que n?o se importe teu trampo ou teus quatro filhotes.” Teresa a repreendeu,
lan?ando um olhar atravessado.
Olivia n?o deixou por menos e rebateu firme: “M?e, desde quando se f assim da própria filha? O
que que eu tenho de menos, hein? E meus filhos s?o meus tesouros; ninguém tem que desprezá-los.”
Depois de se impor, Olivia virou as costas e caminhou em dire??o à casa.
Teresa percebeu que talvez tivesse sido dura demais. Olivia era bonita epetente.
Sentindo-se um pouco culpada, correu atrás da filha, mas,o nunca tinha pedido desculpas na
vida, n?oe?aria agora. Sua voz, no entanto, saiu mais suave: “Tá, tá, teus filhos s?o joias, mas
n?o fica cansada? é tanto esfor?o pra criar quatro crian?as…”
“Eu n?o canso, m?e. A felicidade de tê-losigo é maior que qualquer cansa?o.” Olivia respondeu.
“Tá bom, filha…” Teresa suspirou, sem argumentos.
De repente, Teresa notou a roupa que Olivia estava usando. “Olivia, de onde é esse vestido? N?o me
lembro de você terprado essa pe?a.”
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Era um vestido que parecia caro, bem diferente das roupas baratas que Olivia costumavaprar na
inte.
Olivia percebeu que estava usando o vestido que Daniel tinha dado e, se Teresa descobrisse, faria
um escandalo. Melhor evitar problemas.
“Ah, é que eu derramei café em mim no trabalho e uma colega me emprestou. Segunda eu devolvo,”
Olivia se explicou rapidamente.
Teresa entendeu e n?o perguntou mais nada.
Ao chegarem em casa, nenhum dos pequenos estava à vista. Olivia estava confusa, mas ao ouvir
barulhos vindos da cozinha, seguiu o som e encontrou os quatro pequenos envolvidos em preparar o
leite.
Heitor, em cima de um banquinho, manuseava dificuldade e cuidado a chaleira cheia de água
quente, despejando o líquido nas mamadeiras limpas. Sua express?o séria contrastava a fofura
do seu rostinho.
Joel, logo atrás dele, as m?ozinhas gordinhas, dava suporte ao irm?o para evitar uma queda.
Iria e Inês, mais atrás, olhavam ansiosas seus rostinhos rechonchudos e adoráveis, esperando
pelo leite que o irm?o preparava.
A cozinha parecia ter se transformado num ninho de fofura, os quatro pequenos tesouros
reunidos.
Olivia mal podia conter a emo??o e, entrando na cozinha, pegou a chaleira das m?os de Heitor,
dizendo suavemente: “Deixa que eu termino isso.”