Capítulo 286
A carroceria preta, deslizando um brilho de néon, parou lentamente aodo de Olivia.
A jan do carro se abaixou, revndo o rosto bonito, frio e arrepiante do homem.
Seus olhos negros e profundos brilharam um frio cial sob as luzes da rua, deixando Olivia
paralisada.
Por que Daniel apareceu justamente agora?
Nos últimos dias, ele mal havia procurado por . até pensou que, depois que Elisa foi ao
escritório, ele se conteve por causa do status de noiva d, sem fazer exigências excessivas ou ter
comportamentos impróprios.
Mas quem diria que ele apareceria t?o tarde assim?
Olivia estava t?o aterrorizada que n?o conseguia fr, queria puxar as pernas e correr, mas diante da
aura baixa e aterrorizante do homem, seus pés pareciam estar dormentes, n?o conseguia nem se
mexer.
“N?o vai entrar, ou devo descer e te convidar pessoalmente?” A voz fria de Daniel soou.
Olivia deu um pulo, voltando à realidade.
Será que poderia fugir?
Provavelmente n?o, pensou, se corresse de volta agora, e Daniel a seguisse e encontrasse os quatro
pequenos em casa, seria ainda pior.
Com o cora??o apertado, Olivia abriu a porta do carro e entrou.
Dentro do carro, a press?o do ar é extremamente baixa, o ar vai ficar estagnado, a respira??o de
Olivia se tornou opressiva.
O carro partiu, mudou de dire??o e saiu do condomínio.
Olivia, em panico, disse: “Sr. Griera, aonde você está me levando?”
Daniel n?o respondeu, o rosto de Rayan Mendes, segurou o vnte ambas as m?os e
acelerou o carro.
Olivia, ansiosa, insistiu: “Sr. Griera, por favor, pare o carro. Preciso voltar.”
Os quatro pequenos ainda estavam dormindo em casa, sem nenhum adulto por perto. Se acordassem
no meio da noite e n?o encontrassem a m?e, ficariam assustados…
n?o podia nem imaginar a cena dos filhos acordando, sem encontrar nenhum adulto e chorando
desesperadamente em casa.
Daniel a olhou pelo retrovisor e disse em voz baixa e sem calor: “Olivia, minha paciência tem limites!”
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A m?o de Olivia, que estava empurrando a porta do carro, parou violentamente e n?o se atreveu a se
mover mais, o frio gdo que emanava do corpo do homem a deixou tímida.
Logo o carro parou na área mais movimentada da Capital, no distrito de mans?es de Sociedade.
As mans?es eram luxuosas e magníficas, uma área exclusiva para os ricos.
O Rolls Royce preto parou no pátio de uma das mans?es, e Daniel saiu do carro, abriu a porta de trás
e puxou o pulso de Olivia, levando-a para fora.
Suas m?os grandes eramo pin?as, apertando seus pulsos for?a, Olivia se debateu duas
vezes: “Sr. Griera, me solte! Eu preciso
voltar!”
Seu cora??o batia rápido, cheio de nervosismo e preocupa??o.
Com medo da intimida??o de Daniel e preocupada as quatro crian?as em casa.
*Senhor, o senhor voltou.” Fábio, o governante, estava na porta, recebendo-o respeitosamente.
Daniel n?o lhe deu aten??o, segurando firmemente o pulso de Olivia, levou-a para o hall e jogou-a no
sofá. Ele se inclinou sobre , um pé no ch?o e um joelho na borda do sofá, prendendo Olivia entre
ele e o móvel.
Segurando o queixo d, levantou seu rosto para encará-lo. Sua b face estava t?o fria quanto gelo:
“Olivia, você parece ter levado minhas pvras ao pé da letra, gostando tanto do Sergio, n?o é?”
Olivia, em panico, encarou os olhos frios e profundos dele, o cora??o batendo descontrdamente:
“Sr. Griera, você está enganado, ele veio hoje só para devolver algo meu.”
Antes que terminasse, a m?o de Daniel em seu queixo apertou, causando uma dor que a fez
franzir a testa.
Daniel cerrou os dentes, seu hálito gdo soprou no rosto d, capaz de congelá: “Seu pertence,
por que estava ele? N?o vai me explicar?”
A vis?o gda caiu sobre as roupas do corpo d, seus olhos se tornaram cada vez mais frios e
minuciosos,o o assobio do vento frio do inverno.
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