Capítulo 259
Olivia permaneceu em silêncio, visivelmente desconfortável a situa??o.
“Isso está um pouco estranho, n?o acha?” sussurrou, questionando a atitude dele.
“Está medo agora?” Daniel percebeu que estava recuando, hesitante em agir, e sua voz
assumiu um tom mais frio.
Constrangida pelo tom severo dele, Olivia se apressou em responder. “De jeito nenhum. é que minhas
pernas est?o doloridas, está dificil levantar agora.”
Enquanto fva, tentava se erguer o apoio das m?os no ch?o.
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Mas sua m?o encontrou os cacos do copo quebrado anteriormente, e um deles perfurou seu dedo,
fazendo-o sangrar.
“Ui!” exmou de dor, recuando a m?o imediatamente.
Daniel viu as gotas de sangue brotando do dedo d e prontamente segurou seu pulso, puxando-a
para cima e a fazendo sentar ao seudo.
Ele segurou a m?o d, onde o vidro estava cravado na pele, o sangue serpenteando sobre os
fragmentos transparentes, tingindo o vidro de vermelho.
Com o cenho ligeiramente franzido, Daniel estendeu a m?o em dire??o ao dedo ferido d.
Instintivamente, recuou: “Sr. Griera, é só um corte, n?o é nada.”
Mas Daniel, autoritário, segurou firmemente sua m?o, impedindo-a de se soltar: “Fique quieta!”
Suas pvras soaramo uma ordem inquestionável.
Olivia congelou, sem se atrever a se mover.
Daniel se aproximou, sua respira??o fria e profunda misturada um leve aroma de sandalo. Era o
mesmo cheiro de cinco anos atrás.
O cora??o de Olivia acelerou, incontrolável.
Com precis?o, Daniel removeu o caco de vidro um movimento rápido.
O fragmento foi retirado.
Olivia inspirou agudamente a dor, e embora n?o gritasse, a express?o em seu rosto mudou, e
Daniel percebeu que estava sofrendo. Ele soltou a m?o d e pegou o celr para fazer uma
liga??o: “Traga a caixa de primeiros socorros.”
Em menos de dois minutos, Carlos apareceu a caixa de medicamentos.
Ele esperava encontrar vestígios de uma briga intensa, mas viu Daniel e Olivia sentados no sofá,
ambos vestidos e calmos, sem indícios de algo perturbador ter acontecido.
Ele imaginou que a situa??o deveria ter sido t?o intensa que Olivia se machucou.
Mas tudo estava tranquilo.
N?o surpreendeu que Daniel o tivesse chamado confiantemente para trazer a caixa de medicamentos.
Se nada aconteceu entre eles, o que diabos estiveram fazendo naquele quarto durante três ou quatro
horas?
Carlos se aproximou, colocou a caixa de primeiros socorros na mesa de centro e, vendo o dedo de
Olivia sangrando, perguntou um sorriso: “O que aconteceu? Machucou-se? O Sr. Daniel está
preocupado.”
O olhar gélido de Daniel se voltou para ele.
Carlos sentiu o peso desse olhar e imediatamente parou de provocar.
Mas Olivia se sentiu envergonhada peloentário e tentou sorrir: “Foi sem querer, quebrei o copo e
me cortei.”
Enquanto fva, Daniel abriu a caixa de primeiros socorros, pegou o iodo e um cote. Ele
molhou o cote iodo e estava prestes a desinfetar o corte d.
Surpresa pelo cuidado, Olivia tentou rapidamente pegar o cote de suas m?os: “Deixe-me fazer
isso, é só um arranh?o.”
“N?o se mexa!” Daniel ordenou voz severa.
Olivia hesitou, sem ousar se mover.
Daniel segurou o indicador d uma m?o e, a outra, desinfetou o corte. Depois, jogou o
cote no lixo.
Com vontade de sair dali, Olivia disse: “Já está tarde, preciso ir. Continuem aí que n?o vou atrapalhar.”
se levantou e saiu.
Capítulo 259
Daniel n?o a impediu.
Assim que Olivia saiu da s, Carlos, cheio de curiosidade, provocou: “Sr. Daniel, você está fndo
sério, hein?”
Carlos nunca tinha visto Daniel ser t?o delicado uma mulher.
Um simples corte no dedo e ele mesmo fazendo a desinfec??o.