Capitulo 254
Olivia vestiu o uniforme de trabalho enquanto Daisy the entregava uma garrafa de vinho tinto, junto
com uma bandeja: “Olivia, a galera do camarote VB tá pedindo dois ma?os daqueles cigarros de
primeira, leva pra eles,”
Os cigarros foram dispostos na bandeja, apenaso coadjuvantes, ja que o vinho tinto era a estr
da noite.
Olivia n?o era boba, sabia bem o que se passava na cabe?a da Daisy,
queria faturar a venda do vinho.
Afinal, o lucro do vinho também contavao mérito da Daisy,
N?o apenas receberia umaiss?o, mas no fim do més, o bonus da Daisy seria ainda maior,
Era um jogo de ganha-ganha, e Olivia n?o se opos,
Mas, por que tinha que ser o V8 de novo?
Antes de ir, Olivia perguntou: “Daisy, quem s?o os clientes do camarote V8 hoje?”
Esperava que n?o fosse Daniel e sua turma outra vez,
realmente n?o queria encontrá-lo.
Daisy sorriu sem dar uma resposta direta, deixando um ar de mistério: “Rxa, s?o clientes que tu dás
conta, é só entrar que tu vai ver,”
Clientes que sabia lidar?
Provavelmente eram clientesuns, e n?o Daniel,
Aquele tipo de cliente uma presen?a imponente e fria, definitivamente, n?o era algo que
poderia lidar facilmente.
Olivia tentava se acalmar, lembrando-se de que Daniel era ocupado demais para frequentar o Céu
Encoberto todos os dias.
Com a bandeja em m?os, chegou à porta do camarote V2 e bateu,
“Entra.” A voz de um homem, misturada a música ambiente, ecoou do interior.
Olivia escutou atentamente, e percebeu que a voz n?o era de Daniel.
Aliviada por n?o ser Daniel, rxou um pouco.
Ao abrir a porta e entrar, e?ou educadamente: “Senhores, seus cigarros chegaram…”
parou de fr quando viu os homens sentados no sofá, sua voz travou.
Era um rosto mais familiar que o outro.
Especialmente o homem sentado na ponta do sofá, uma postura casual mas imponente.
Um terno preto feito sob medida destacava sua estatura alta e atlética, conferindo-lhe ainda mais
dignidade e profundidade.
Era Daniel!
Depois dele, vinham Carlos Marques, Rayan Mendes e Vicente Fontes!
Era aqu turma de yboys de novo!
Olivia pensou se ainda dava tempo de fugir,o se nunca tivesse estado ali,
Enquanto olhava para Daniel, ele também a encarava.
Um olhar gdo, prante e opressivo que nem a ilumina??o aconchegante do camarote conseguía
aquecer.
O frio emanando dele parecia abaixar a temperatura do ambiente.
Olivia sentiu um arrepio, e rapidamente colocou os cigarros sobre a mesa: “Aquí est?o as coisas,
aproveitem.”
, vestindo o uniforme do Céu Encoberto, se inclinou, e um pouco de sua pele ficou à mostra.
Daniel notou, e a frieza em seus olhos se intensificou.
Carlos, panhado por uma b mulher, percebeu a entrada de Olivia e a rea??o de Daniel
Aproveitando a oportunidade parafofocar, ele soltou um som sarcástico de desdém.
“N?o é à toa que o nosso Sr. Daniel nunca se mistura conosco. Parece que estava esperando
alguém.”
Olivia se levantou, confusa a insinua??o de Carlos de que Daniel a estava esperando, e os
olhos desviados, murmurou: “Eu já vou
indo.”
Ao virar-se para sair, Carlos, maliciosamente, esticou o pé. Olivia trope?ou e sen?ou para odo,
bem na dire??o do rosto de Daniel
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Capítulo 254
ainda segurava a bandeja o vinho tinto.
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Se a bandeja acertasse o rosto de Daniel, sem dúvida seria o fim d.