Capítulo 237
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“Ent?o,o é que você dava aquele jeitinho na conta da empresa antes? Faz a mesma coisa agora.
Vania mantinha um sorriso doce e sedutor no rosto.
Enquanto fva, piscava para Henrique, um charme irresistivel.
Em tempos normais, bastava que desse uma piscad para que Henrique a xingasse de atirada e
a pegasse vontade, a levando para a cama e mostrando o que era bom pra tosse.
Mas agora n?o.
Ele deu uma olhada nas m?os e nos pés de Vania, o inc?modo curativo,
“Ta bom, vou dar um pulo lá fora e fazer uma liga??o, acho que em duas horas o dinheiro cal na
conta.” Henrique cedeu,
Tinha prometido arrumar cinquenta milh?es para pagar a divida Daniel,
Por umdo, porque Vania tinha dito que, se Daniel descobrisse que o dinheiro de cinco anos atrás
tinha ido para ele, o bicho pegar.
Henrique se sentiu amea?ado por essas pvras e ficou preocupado,
Por outrodo, Vania tinha raz?o, era capaz e certeza iria virar o jogo. Afinal,o tinha
conseguido the passar uma grana preta nos últimos cinco anos? Era evidente que tinha seus
esquemas.
Henrique precisava d, ainda n?o era hora de cortar r??es.
Além disso, se ele se separar de Vania, tem medo de n?o encontrar outra mulhero Vania, que o
subsidia constantemente e é quente e fumegante na cama.
Era um jogo de dar e receber, um precisava do outro!
melhor manter as coisaso estavam.
Vania deu um sorrisinho manhoso e disse: “Só meu marid?o pra me dar esse colo, o mais capaz de
todos. Fora ele, n?o quero nem saber de mais ninguém.”
“Chega de gra?a, quando você melhorar, vou te mostrar o que é bom pra tosse.” Henriquen?ou um
olhar para e saiu para fazer a liga??o.
Assim que Henrique virou as costas, o rosto meigo de Va se transformou, e rosnou de raiva,
com uma express?o terrível.
Se tivesse uma escolha melhor, teria desprezado Henrique?
Se n?o fosse pelo fato de que a família de Henrique era rica e que, se se tornasse a Sra. Henrique,
podería receber uma parte do dinheiro da família Henrique e viver uma vida de roupas,ida e
luxo. tería expulsado Henrique há muito tempo e dito a ele para ir para o mais longe possível!
Era tudo culpa do Sérgio por ignorá, caso contrário, n?o teria sofrido um inc?modo t?o grande!
As quatro da tarde, Vania recebeu o dinheiro e correu para o Grupo Griera, decidida a devolver a
grana para Daniel e mostrar que estava arrependida.
ainda se recuperando, foi de cadeira de rodas, empurrada p m?e.
No escritório do presidente do Grupo Griera.
Daniel, sua postura imponente, sentava na cadeira giratória do presidente, exndo uma aura
intimidadora, focado na leitura de documentos.
Vania, um sorriso for?ado, manobrava a cadeira de rodas até a mesa de Daniel e, as m?os
enfaixadas, segurava o cart?o bancário respeito, cortesia e um medo visível: “Sr. Griera, aquí
est?o os cinquenta milh?es, cinco anos atrás, fui influenciada p Viviana e fiz uma burrada ao ajudá-
la a fingir que Olivia estava morta. Em considera??o ao fato de eu ser prima de Olivia e estar
sinceramente arrependida, eu pe?o que o senhor me perdoe.”
Daniel nem levantou a cabe?a, nem se dignou a olhá.
Bruno, que estava aodo d, se aproximou, pegou o cart?o de sua m?o e disse: “Srta. Souza, a
senhora pode sair agora”,
Vania acenou a cabe?a, for?ando um sorriso nervoso, percebendo que Daniel continuava
impassivel,o se n?o a tivesse perdoado.
quería dizer algo para ganhar a simpatia dele.
Fr de Olivia era a melhor forma de chamar a aten??o de Daniel.
Vania n?o se apressou em ir embora, soltou um suspiro leve eentou: “é uma pena mesmo o que
aconteceu a Olivia, saca só, foi a fera em humanas lá na nossa área, passou nota top na
Universidade da Capital. Mas, veja só, depois de só dois anos, teve quergar tudo.”
Daniel deu uma pausada na assinatura, levantou a cabe?a en?ou um olhar frio e intimidador na
dire??o de Vania.
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