Capítulo 184
Daniel respirou profundamente, tentando se conter.
Fechou os olhos, e tentou se entregar ao sono.
Quando estava prestes a dormir, Olivia, ao seudo, virou–se repentinamente, enroscando–se nele
com bra?os e pemas, balbuciando em meio a sonhos: “Amor, meu amor…..”
Suas m?os repousaram sobre os músculos de seu abd?men, suas pernas entr?adas às dele,
abra?ando–o dedo.
A do?ura feminina, o suave perfume e a sensa??o de toque eram t?o reais ao seu redor.
Sentia a mesma fragrancia que ele havia desejado por cinco anos.
A garganta de Daniel já estava muito seca de tanto se conter.
Seus olhos escuros pareciam quasecrimejar.
Mas, lembrando–se deo tinha tentado abrir a porta para ir embora, ele ainda tinha receio de
assustá.
Estendendo a m?o, conseguiu retirar delicadamente as pernas e bra?os d de cima de si.
A familiar fragrancia doce ficou um pouco distante, e Daniel suspirou aliviado, virando–se de costas
para , esperan?a de conseguir dormir.
Mas a respira??o da mulher bem próxima a ele, o perfume insistente e as pvras balbuciadas em
meio a sonhos eramo um gatinho arranhando seu cora??o.
Droga!
Se n?o tivesse tanto medo de assustá, a teria tomado ali mesmo.
Relembrar a noite de cinco anos atrás…
Com os dentes apertados, Daniel se levantou, vestiu–se e foi para o escritório.
Nesta noite, ele nem precisava dormir; era melhor se dedicar ao trabalho.
Passou algum tempo, a lua deu lugar ao sol e a manh? chegou.
Um novo dia iniciava.
Olivia estava deitada na cama macia e aconchegante, dormindo profundamente.
O barulho do celr no bolso do casaco ecoouo um sinal, acordando–a.
Olivia acordou confusa e perturbada pelo inc?modo, passou as m?os nos olhos e o barulho do celr
n?o parava, um som t?o familiar.
Após um instante de nebulosidade, acordoupletamente e sentou–se rapidamente.
Olhando à sua volta, seus olhos ficaram arregdos de espanto.
n?o tinha dormido no sofá? Como foi parar na cama?
rapidamente ergueu o cobertor e verificou suas roupas.
Ufa, ainda bem que estava vestida.
Desceu da cama apressadamente, tirou o casaco do cabide e pegou o celr, deslizando para
afender a liga??o.
“Aló, m?e.”
“Mo?a sem juízo, se eu n?o tivesse levantado cedo hoje, nem ficaria sabendo que você n?o dormiu
em casa! Você agora está totalmente independente, acostumou a n?o dormir em casa n?o é ?” A voz
aflita e repreensiva de Teresa estava cheia de raiva no outrodo da linha.
Olivia quase ficou surda e afastou o celr do ouvido.
Esperou terminar de fr e ent?o levou novamente o celr ao ouvido, dizendo: “M?e, logo
voltarei para casa e vou te explicar tudo, está bem? Agora preciso desligar.”
Fndo isso, Olivia desligou rapidamente o celr.
Se demorasse mais tempo, Teresa certeza continuaria censurando–a.
n?o tinha lembrado de ligar para a m?e na noite anterior para fr que iria jantar na casa de
Daniel.
Eo a avó Griera ficou para dormir e tudo o que aconteceu depois, se esqueceu de avisar
Teresa.
Quando chegasse em casa, fria tudo para Teresa, explicando que tinha encontrado o pai dos seus
filhos e que ele assumiria a responsabilidade, mas n?o gostava das crian?as.
19:02
Capítulo 184
iria decidir Teresa sobreo agiria em r??o ao assunto..
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