Capítulo 168
Olivia ficou estupefata. Cinco anos de busca e, de repente, aquele objeto estava nas m?os de Daniel?
Refletindo um pouco, concluiu que talvez tenha sido naqu época que Viviana encontrou e entregou
a ele. Recuperar aquele talism? e afirmar que tinha sido esmagado até a morte agora parecia ainda
mais usível.
soltou uma risada sem jeito e disse a Daniel: “Senhor Griera, isso é seu. Melhor você ficar
isso.” Daniel franzia o cenho, visivelmente descontente, uma voz imponente: “O que eu dou, n?o
pego de volta. Fica isso!”
Ele tinha uma presen?a dominante, inspirando respeito sem elevar a voz. Mesmo fndo baixo, Olivia
sentiu um arrepio nos ombros. Diante da firmeza de Daniel, n?o ousou recusar. Aproximou–se e
pegou o pingente nas m?os.
Examinando–o atentamente, viu a forma de um drag?o entr?ado, esculpido vivacidade
impressionante.
O olhar dominador, as barbas flutuantes,o se estivesse cavalgando as nuvens. E o pingente tinha
exatamente o formato de uma nuvem. Oliviapreendeu o significado do pingente e do desenho: um
drag?o ascendendo aos céus. Cinco anos atrás, sua honra foi destruída e, em um momento de raiva,
mal olhou para o pingente antes de descartá–lo.
N?o se deu ao trabalho de observar os detalhes da imagem.
Mesmo quando o descreveu para Jimena, lembrou–se apenas da forma geral e do desenho esculpido,
mas n?o da postura exata do drag?o. De repente,o ummpejo em sua mente, teve uma
ideia.
Se nem mesma lembrava dos detalhes do drag?o,o Vania conseguiu fazer uma cópia t?o
perfeita? O falso e o verdadeiro eram quase idênticos.
Olivia perguntou a Daniel, curiosa: “Senhor Griera, onde você encontrou esse pingente?” “Vania foi
quem o encontrou.” Ent?o era isso.
N?o era surpresa que Vania pudesse criar uma réplica exata, tendo o originalo modelo.
O pingente que procurou por tantos anos esteve nas m?os de Vania o tempo todo. n?o apenas
se recusou a devolvê–lo, mas também fez uma cópia falsa e a entregou a Olivia por meio de terceiros,
com o objetivo de incriminá por roubo. Essa mulher tinha um cora??o venenoso.
Quanto mais Olivia pensava, mais irritada ficava.
Vania, que cresceuo sua amiga, agora a tratavao inimiga, perseguindo–a sem cessar.
“Você n?o gosta desse pingente?” A voz baixa e fria de Daniel soou de repente, seu olhar profundo e
gélido fixando n.
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No início, ele havia pressionado o pingente em sua m?o, pedindo–lhe para segurá–lo firmemente.
Preocupado que , adormecida, pudesse deixá–lo cair sem perceber, ele até amarrou o cord?o
vermelho do pingente em seu pulso.
De uma forma ou de outra, o pingente n?o deveria ter caído d, e deveria tê–lo encontrado ao
acordar.
Se tivesse cuidado dele, o pingente certamente n?o teria desaparecido. Mas, na realidade, ele se
perdeu entre os ebros e ficou sumido
por cinco anos.
Só havia uma raz?o para o pingente desaparecer: Olivia o havia tirado e jogado fora. Percebendo a
repreens?o nas pvras de Daniel, Olivia deixou dedo sua raiva contra Vania, ergueu os olhos para
encontrar os dele, escuroso o ébano, e sentiu seu cora??o tremer
involuntariamente.
Sua presen?a era poderosa demais, imponente sem esfor?o. n?o era uma adversária à altura.
Respirando fundo para acalmar seu panico, Olivia respondeu: “Qualquer um ficaria zangado depois de
ser violentamente despojado, n?o é?”
Naqu época, estava zangada e machucada. Se o pingente n?o tivesse desaparecido, teria
ido à polícia. Os olhos escuros de Daniel permaneciam fixos n, fazendo que sua voz ficasse
baixa.
No entanto, ele conseguiu ouvir o ressentimento em suas pvras.
era uma mo?a inocente, que havia sido despojada de sua primeira vez por ele, e o sentimento de
raiva e mágoa era natural. “Libere sua noite“, disse Daniel de repente.
Olivia ficou confusa: “Sr. Griera, vamos ter que fazer hora extra hoje?” “Vou conhecer os pais d,”
respondeu Daniel, de forma sucinta. Olivia, os olhos arregdos de surpresa, gaguejou:
“Conhecer os pais?”
Daniel afirmou: “Eu disse que ia assumir a responsabilidade, e n?o sou de voltar atrás na minha
pv?a.”