apítulo 160
Ao ouvir a voz doce de Heitor, o cora??o despeda?ado de Olivia se aqueceu instantaneamente.
Naquele momento, se viu confusa e ansiosa, correndo para secar as lágrimas e se rpor, Com
um sorriso, se aproximou da cama, fndo a voz mais suave que p?de reunir. “Heitor,o
você acordou t?o rápido?”
Os olhos negros de Heitor Torres, profundoso a obsidiana, se fixaram em Olivia. Ele notou o
incha?o ao redor dos olhos d e o leve rubor do nariz, sinais ros de que tinha chorado. Aquilo
partiu o cora??o do pequeno Heitor.
Com suas m?ozinhas gordinhas, ele tocou o rosto de Olivia, acariciando–a ternura, e a voz
mais suave que possuía, perguntou: “Mam?e, alguém te fez mal?”
Acabara de acordar, suas m?ozinhas ainda estavam quentes e macias, acariciando o rosto de Olivia
como plumas, trazendo consolo e calor. Os olhos carinhosos e preocupados de Heitor derreteram o
cora??o de Olivia.
Com um sorriso nos lábios, respondeu: “N?o, mam?e é uma super–heroína, ninguém pode
machucar a mam?e.”
A express?o séria de Heitor se tornou ainda mais preocupada, quaseo a de um adulto precoce:
“Mam?e n?o é uma super–heroína, também pode se machucar e precisa de prote??o. Seria bom
se a gente encontrasse o papai, ele poderia proteger você.”
Desde a última vez que Jimena Santos foi levada ele e Joel à delegacia, o cora??o de Heitor doía
tanto que mal conseguía conter as lágrimas.
Sentia–se pequeno demais para proteger sua m?e.
Mas o papai era um adulto, e se o encontrassem, ele poderia proteger a mam?e. Desde aquele dia,
Heitor estava ainda mais determinado a encontrar o pai.
Ao ouvir isso, o sorriso de Olivia endureceu ligeiramente, uma amargura se espalhando dentro d
como a?úcar se dissolvendo em água fervente.
Depois de uma pausa, se sentou na cama, envolvendo o pequeno corpo de Heitor os bra?os.
Fndo suavemente, disse: “Heitor, e se o papai n?o foro vocês imaginam? E se o amor dele
n?o for suficiente, o que faremos?”
Heitor olhou para cima, seus olhos negros fixos em Olivia, e perguntou seriamente: “E o amor dele por
você, é suficiente?”
Olivia bn?ou a cabe?a, dizendo: “N?o é.”
“Se ele n?o ama você e n?o te protege, ent?o n?o precisamos dele.
Vamos sempre ficar juntinhos, mam?e.
Quando eu crescer, vou te proteger,” derou Heitor uma seriedade tocante.
A mam?e disse isso porque o papai a tratava mal antes?
Se fosse esse o caso, ent?o eles n?o precisavam de um pai assim. Olivia sentiu uma mistura de
tristeza e gratid?o. Seu cora??o doía a
sabedoria de seu tesouro.
piscou para conter as lágrimas e beijou a testa macia de Heitor, sua voz rouca: “Com vocês,
mam?e é muito feliz.”
à noite, Vania aplicava umapressa de gelo no rosto, pensando emo lidar Olivia. A porta
foi batida.
pensou que fossem seus pais e abriu–a. Dois seguran?as de terno preto estavam ali, altos,
musculosos e ramente bem treinados, emanando uma aura intimidante.
Vania se sentiu inquieta e perguntou: “Quem vocês est?o procurando?”
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“Vania, o Sr. Griera quer vê. Por favor, venha conosco,” disse um dos seguran?as, impassivel.
Vania foi conduzida.
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Capitulo 161
Capítulo 161
No camarote de luxo em Mundo Nudo, uma luz tenue e sombria preenchia o ambiente, criando um
arrepiante senso de medo. Vania foi empurrada para dentro e avistou Daniel sentado no sofá, as
pernas cruzadas despreocupa??o.
Ele emanava uma pregui?a intimidante e uma aura gélida,o se fosse feito de gelo. Seu rosto
bonito estava sombrio e frio, segurando um cigarro entre os dedos, cuja brasaranja queimava,o
se estivesse queimando dentro do cora??o d.
Mesmo antes de entrar, o cora??o de Vania já estava em chamas pelo panico que o ambiente
provocava.
Aos pés de Daniel, uma mulher ajoelhada, vestida de maneira profissional, mas os cabelos em
desalinho e um olhar tenso e desamparado. Vania reconheceu imediatamente essa mulher: era
Viviana!
Ao ver o estado deplorável de Viviana, as pernas de Vania fraquejaram e, um baque, se
ajoelhou aodo d, aos pés de Daniel. Mesmo sem uma pvra de Daniel, já tremia de medo.
Vivianan?ou um olharcrimoso para Vania ao seudo, notando seu rosto inchado e vermelho, os
olhos t?o inchados que pareciam de
um sapo.
Inicialmente, Viviana n?o a reconheceu, até que, observando suas roupas e aparência, identificou–a
como Vania. Pensando que tinha sido obra dos capangas de Daniel, o cora??o de Viviana saltou, e
baixou a cabe?a.
Daniel apagou a ponta do cigarro no cinzeiro, uma voz friao geada: “Eu mandei você
ajoelhar?”
“Senhor Griera, uma figura t?o nobre, você n?o merece estar ajoelhada diante dele!” Bruno entendeu
o recado, aproximou–se e deu um chute no ombro de Vania, arremessando–a metros de distancia
contra a parede, onde caiu ao ch?o.
cuspiu sangue imediatamente, caída, implorou por misericórdia: “Senhor Griera, por favor, poupe
minha vida. Pelo amor de Deus, eu sou prima de Olivia, me perdoe.” Sua voz tremia, e nem se
atrevia a chorar.
Depois do que Olivia lhe disse, Vania presumiu que Daniel a procurava para acertar as contas por
aquele assunto. Se continuasse a esconder a verdade, Daniel poderia realmente matá.
estava aterrorizada.
Antes que pudesse terminar de fr, Vivianan?ou–lhe um olhar sério e tenso.
Era tarde demais para recuar. Bruno deu um passo à frente, agarrou a g de sua roupa e a ergueu
do ch?o, perguntando: “Olivia é apenas uma faxineira do Grupo Griera, que prestígio tem pra
oferecer?”
do
Ao ver o olhar gdo e assassino no rosto de Bruno, e sabendo que ele agia sob ordens de Daniel,
Vania percebeu que mesmo que ele a matasse, seria por vontade de Daniel. Daniel era poderoso e
influente, matá seria t?o simples quanto esmagar uma formiga. Vania estava t?o assustada que
seus lábios tremiam, e falou em panico: “Olivia é a mulher que o Senhor Griera tem procurado todo
esse tempo, há cinco anos, quando Senhor Griera acabou naquele barrac?o, a mulher quem ele
dormiu era Olivia.
Senhor Griera n?o queriapensá? Eu sou da família d, se você me machucar, Olivia ficará
triste…”
Viviana, uma express?o grave e tensa, advertiu: “Vania, você sabe o pre?o de mentir?”
Vania estavapletamente desordenada, sem racionalidade para analisar a situa??o. só sabia
que Daniel já tinha descoberto que Olivia era a mulher daqu noite. Admitir a culpa agora poderia
resultar em uma puni??o mais leve. Se persistisse em sua teimosia, certamente teria um fim
terrível.
Vaniae?ou a chorar e confessou tudo: “Cinco anos atrás, eu ouvi a secretária Pereira fndo ao
telefone que a mulher quem o Senhor Griera dormiu tinha morrido, foi aí que soube que o Senhor
Griera tinha estado Olivia e estava procurando por . Para manter minha boca fechada, a
secretária Pereira me deu cinquenta milh?es para guardar segredo e cborar na farsa de
que Olivia estava morta.
Eu n?o deveria ter enganado o Senhor Griera por dinheiro, eu sei que errei, por favor, Senhor Griera,
me perdoe…”
Quando Vania soltou o verbo e contou tudo, Viviana ficou uma pilha, uma mistura de nervosismo e
raiva. até quis cr a boca de Vania. mas Bruno segurava firme, n?o dava nem pra chegar
perto. Desesperada, o cora??o na boca, ainda tentou se defender: “Sr. Griera, tá viajando
na maionese, essa mina n?o tem moral n?o.”