Capítulo 154
A avó Griera estendeu uma m?o ligeiramente trém para cumprimentar Daniel: “Ah, Daniel, você
veio, deixa a vó dar uma olhada em você.” Daniel se aproximou da cama e o Velho Sr. Griera se
afastou um pouco, cedendo espa?o.
Daniel sentou–se aodo da cama e segurou a m?o da avó Griera: “O que o médico disse, vo? é
grave?”
No telefone, pouco antes, Daniel tinha recusado firmeza a press?o dos avós para que voltasse e
discutisse o casamento Elisa.
Ele também usou uma desculpa esfarrapada, dizendo que n?o gostava de crian?as e sugeriu que os
avós adotassem alguém do orfanato.
Ele fez isso apenas para distrair os avós da ideia do casamento.
N?o havia nenhuma inten??o de irritar a vovó.
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Mas,o resultado, a avó foi hospitalizada e Daniel ficou o cora??o partido e um pouco
culpado.
Quando Daniel era pequeno, seus pais morreram num acidente, e foram os avós que o criaram e
educaram.
Para ele, A avó era a pessoa mais querida.
“A vó tá bem, só uma velha indisposi??o. Uma hidrata??o e já melhoro.” A m?o trêm da avó Griera
acalmou–se em seu toque, e seu rosto enrugado mostrava um sorriso cheio de ternura.
“é por Sua causa que a vó tá assim. Você já tem trinta anos e nada de casar. Eu e sua avó estamos
anciosos. Case logo, tenha filhos enquanto a gente ainda pode ajudar a cuidar deles, ia ser t?o bom.”
O Velho Senhor Griera, que estava de pé aodo, cruzou o rosto, os olhos brancos e nudos, e
olhou para Daniel.
Ao ouvir o Velho Senhor fr, a avó Griera concordou e, segurando a m?o de Daniel, disse
suavemente: “é isso aí, Daniel, você já n?o é mais um menino. Tem que pensar em assentar, e a Elisa
é uma boa mo?a, vocês têm uma história desde pequenos.”
Com isso, avó Griera olhou para Elisa, que estava de pé n?o muito longe da cama.
Elisa entendeu e se ocupou em se aproximar e chamar docemente: “Vovó“.
Elisa n?o se destacava entre as herdeiras das grandes famílias. Olhos grandes, queixo pontudo,
quase uma cara de influenciadora digital corpo delicado e bem proporcionado, seios fartos e quadris
empinados, um tipo que mexe a imagina??o dos homens.
estava vestida uma minissaia preta de grife e um casaco curto de pelúcia branca, cabelos
enrdos caindo sobre os ombros. maquiagem impecável, exndo um perfume adocicado.
Pisando em saltos altos brancos de oito centímetros de altura, cobertos de joias, à primeira vista era
uma celebridade cheia de dinheiro, seu temperamento exva o cheiro de dinheiro por toda parte.
“Ah, que menina boa.” A avó Griera foi ado?ada pelo chamado de Elisa, um calor afetuoso surgiu em
seu rosto: “Vem aqui pertinho da vó.”
Elisa obedientemente e de forma coquete se aproximou, caminhou para a direita de Daniel, bem perto
dele, seus olhos grandeso os de uma boneca Barbie, olhando secretamente para ele.
A faceteral do homem era fria e ra, seu perfil era distinto, seu relógio de fênix e postura de
drag?o, seus olhos eramo estrs brilhantes, suas sobrancelhas de espada eram grossas, ele
era t?o bonito que estava uma raiva celestial.
Ao seu redor, ele exva horm?nios masculinos, cheios de tens?o sexual.
Elisa só deu uma olhada de rnce, o cora??o disparouo água fervente.
Mas n?o escondeu seu interesse, agachando–se aodo da cama da vó Griera, inclinando–se na
dire??o de Daniel.
Seu bra?o ro?ou no joelho dele.
Danieln?ou um olhar para e discretamente afastou a perna, aumentando a distancia entre eles.
Elisa n?o ficou abda, mantendo um sorriso doce enquanto olhava para a avó Griera.
A avó Griera, que já tinha passado por isso, viu todos os pequenos gestos de Elisa e sabia muito bem
o que tinha em mente.
estava caidinha por Daniel.
A avó Griera intencionalmente os colocou de pé, segurando a m?o de Daniel em dire??o à m?o de
Elisa apoiada na beirada da cama: “esse aqui, ó, é o meu?o, seu futuro marido…”
Quando a m?o dele estava quase encostando na m?o fina da Elisa, Daniel deu um jeito e segurou a
m?o da avó, mudando o jogo. O controle que antes era da avó, agora estava nas m?os dele..
Segurando a m?o da avó, ele trouxe para perto de si, envolvendo–a carinho nas suas m?os
grandes, um olhar de quem mima: “Vó. a Srta. Abreu ainda é uma mocinha, fr dessas coisas
pode ser demais pra .”
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