Capitulo 108
Viviana, em panico, tentou explicar: “Sr. Griera, n?o é isso que eu quero dizer, eu, eu realmente gosto
de você….
“Chega, s!” Daniel cortou–a sem dar chance de réplica
Ele n?o queria ouvir mais nenhuma pvra sobre gostar dele.
Com os olhos cheios de magoa, Viviana olhou para Daniel e viu que n?o havia espa?o para conversa,
Com lágrimas nos olhos e um leve acena de cabe?a deixou o escritório.
No meio do caminho, ouviu Daniel ao telefone Bruno: “Envie–me as grava??es da vigilancia do
último andar nos últimos dias antes do seu expediente amanh?. Suspeito que haja um traidor entre os
executivos.”
O último andar referido era o andar onde ficava o escritório do presidente. Viviana ficou fensa, seus
passos hesitaram por um momento, mas rapidamente fingiu que nada havia acontecido e
continuou a sair
Assim que voltou ao seu escritório, recebeu um telefonema da recep??o “Secretária Pereira, aqueles
dois meninos vieram novamente. dizendo que est?o procurando Olivia.”
Ainda abda pelo tratamento frio de Daniel o cora??o de Viviana apertou ao ouvir a noticia, surpresa:
“Quals meninos?”
“S?o os sobrinhos do Sr. Griera.” A recepcionista informou.
Nervosa. Viviana respondeu: “Intercepte–os, n?o deixe que subam, estou indo para baixo
imediatamente.”
Apos desligar, correu para o elevador.
Sentados na recep??o, estavam os dois meninos, um lindoo uma menina e o outro uma
express?o séria, parecidos Daniel
Aodo deles, estava uma mulher de corpo mals cheinho e rosto redondo, do tipo simpatico.
Era Jimena, a m?e registrada das crian?as.
Vendo os trés à espera, Viviana se irritou.
Caminhou altiva em seus saltos em dire??o a eles.
“Secretária Pereira, olà, sou a Jimena, nos conhecemos da última vez, você se lembra de mim?”
Jimena, ao ver Viviana, levantou–se rapidamente, cumprimentando–a calorosamente.
Vivianan?ou um olhar frio para , bufando: “T?o jovem e já m?e de quatro crian?as, a verdadeira
face nem sempre condiz a aparência. Seus pestinhas estragaram os objetos do escritório do Sr.
Griera da última vez. O que est?o nejando desta vez?”
Jimena sentiu o gelo da rejei??o e perdeu o sorriso, contorceu a boca sem gra?a e ficou quieta.
Pronta para mandá–los embora, Viviana sentiu alguém puxar sua roupa. Ao olhar para baixo, viu o
garoto bonito segurando a barra de sua
s.
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Com uma express?o desgostosa, franziu a testa.
Com uma voz inocente, o menino perguntou: “Tia, posso fazer uma pergunta?”
Viviana estava prestes a explodir quando viu a recepcionista e outros funcionários admirando a beleza
do pequeno Joel
Se o afastasse bruscamente, a errada seria .
Contendo sua raiva e impaciência, sorriu for?adamente: “Pergunta logo e depois some daqui do Grupo
Griera. Aqui n?o é lugar de vocês fazerem bagun?a.”
Joel abriu um sorriso inocente: “Tia, se alguém é muito bravo e você n?o consegue bater nele, e ele
corre atrás de você, o que você faz?”
“ro que é correr, correr para um lugar seguro e chamar a policia.” Viviana respondeu sem pensar,
achando a pergunta Infantil
“Sim, nos corremos. Mas somos muito pequenos, n?o sabiamos que deveriamos chamar a policia.
Jimena teve que pagar très mil porque n?o chamamos a policia. Se soubessemos, teriamos chamado
a policia. Joel riu, um riso ingenuo e adorável.
Viviana, ao ouvir isso, percebeu que foi enganada por uma crian?a de quatro anos!
Jimena ouviu o que Joel disse e entendeu tudo. N?o eram as crian?as aprontando que tinham
estragado o s do Daniel na verdade, s estavam sendo perseguidas, sentiam medo, se
escondiam por todos os cantos e, sem querer, acabaram danificando o sofá.
Quando viu o rosto constrangido e cheio de vergonha de Viviana, Jimena entendeu tudo!
A pessoa que estava no encal?o dos pequenos era a própria Viviana!
Ao se dar conta disso, o olhar de Jimena para Viviana se encheu de imita??o.
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