\ um golpista também.
Olivia sentiu um c frio na espinha e correu para pegar o telefone.
A m?o de Olivia quase alcan?ou o cels mas fol nesse momento que a voz familiar de Bruno ecoou
do aparelho.
Pequeno, sem enr??o, digam pra sua m?e que vocês aprontaram hoje na s do presidente do
Grupo Grera, Voces danificaram uma propriedade que vale duzentos o sessenta e três mil reais. Diz a
pra se preparar pra cobrir o prejuízo.”
Aqus pvras congram a m?o de Olivia na borda do celr, seus olhos se arregram e seu
cora??o disparou.
tinha ouvido Daniel fr sobre os pais das crian?as terem que pagar, mas n?o imaginava que
fosse verdade! E ainda por cima, uma quantia t?o alta!
Enquanto Olivia estava atordoada, Joel, sua vozinha de crian?a e toda a seriedade, disse ao
telefone: “Mentiroso, vou contar pro meu pai que você tá se passando por ele e me assustou,
machucou meu cora??ozinho, e agora você que vai ter que me pagar duzentos e sessenta e três mil
reais de indeniza??o por dano moral.”
Joel, desde pequeno, tinha paix?o por atuar, e mesmo pouca idade, sua habilidade já era de
excepcional, deixando qualquer um na dúvida se era verdade ou mentira.
Ao ouvir a crian?a, Brunoe?ou a se questionar se Sr. Griera teria algum filho fora do casamento
que ele desconhecia.
A preocupa??o tomou conta dele enquanto, segurando o bocal do telefone a outra m?o, virou–se
para Daniel e perguntou: “Sr. Griera, quem atendeu o telefone foi um garoto, dizendo você é o pai
dele, será que você…”
que
Antes que terminasse a pergunta, encontrou o olhar gélido e cortante de Daniel, e imediatamente se
calou. Bruno percebeu que havia duvidando de Sr. Griera por causa das pvras de uma crian?a, algo
que poderia manchar sua reputa??o de anos, sempre astuto e eficiente.
Um veterano do mercado de trabalhoele se viu à beira de acreditar nas pvras de um garoto, algo
que nunca imaginou
Bruno ent?o se rp?s e falou sério ao telefone: “Pequeno, n?o tenho tempo pra brincadeira,
também n?o sou nenhum picareta, passa o telefone pra sua m?e.”
Joel estava pronto para continuar, mas Olivia, o cora??o na boca e rápida no gatilho, arrancou o
celr da m?o dele, se preparando para fr.
Mas ent?o pensou melhor. trabalhava no Grupo Griera e já tinha fdo o assistente Bruno
antes. Se abrisse a boca, ele certeza reconheceria sua voz.
E além do mais, Bruno estava procurando pelo responsável ps crian?as, que era Jimena.
Por quest?es legais, Olivia n?o podia registrar as crian?as em seu próprio nome. s foram
registradas no livro de familia da sua amiga Jimena, que era de fato a guardi? legal das crian?as.
Desde o nascimento, Olivia teve dificuldades o registro, já que seus avós haviam morrido cedo e
sua m?e teve–a fora do casamento, sem conseguir registrá.
Ent?o, sua m?e a levou para a Aldeia Souza, onde foi registrada na familia do seu tio.
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Capitulo 29
Porém, quando Olivia teve filhos fora do casamento, a Aldeia Souza recusou–se a registrá–los.
Foi Jimena, cujos pais eram funcionários públicos e, através de contatos, conseguiram registrar as
crian?as em seu nome, tornando–se a guardi? legal das crian?as.
Se Olivia revsse que era a verdadeira m?e, certamente perdería o emprego, ficaria sem salário
e aínda tería que pagar uma quantia enorme.
Com dificuldades financeiras já presentes,o conseguiria pagar por tudo isso?
Pensando nisso, Olivia passou rapidamente o celr para Jimena, fazendo sinal para que
atendesse.
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Jimena, sem entender nada, mas vendo a express?o de pánico de Olivia, percebeu que a situa??o
era grave.
também ficou nervosa, colocou o celr no ouvido, e a voz fraca de tens?o disse: “Aló,
al?…”