Capitulo 744
“Ent&o, eu fico em casa te esperando.” Célio ndo insistiu, aceitando os nos da garota.
“Nao quero que me siga escondido, nem que mande alguém me proteger as escondidas.” Isabe falouo se tivesse descoberto suas intencdes. “Nao pense que eu nao sei o que vocé esta tramando.”
Célio nao esperava que a garota fosse tao astuta, adivinhando seus nos rapidamente.
Ele a abragou de repente, olhando nos olhos d e perguntou, “N&o quer ser seguida porque é perigoso? Tem medo de que eu me envolva? Esta preocupadaigo?”
Antes que Isabe pudesse responder, Célio questionou, “Quem é a outra pessoa?”
“Por enquanto, nao esta ro, mas eles pediram sigilo.” Isabe continuou convencendo. “Se descobrirem que eu nao sou confidvel, que trouxe um bando de segurancas e ainda te trouxe jlnto,o vou continuar meus negécios depois?”
Célio a beijou,o puni¢ao por suabia.
Ele se virou e encontrou um grampo de cabelo preto, colocando-o aodo do coque d.
“Este é o mais novo localizador. Se vocé ficar parada por muito tempo, ou se a localizagao for anormal, eu irei atrés de vocé.
Isabe ndo esperava que ele tivesse um dispositivo desses em casa, um simples grampo de cabelo que era na verdade um localizador.
“Foi desenvolvido especialmente,” disse Célio, percebendo sua surpresa,
“pensando na sua seguranca.”
“Ent&o eu realmente devo te agradecer.” Isabe deu-lhe um beijo na ponta dos pés, abracando seu pescoco e sorrindo a expressao preocupada dele, disse, “Fique tranquilo, eu voltarei logo e estarei bem.”
“E melhor que seja assim.” Célio colou sua testa na d, beijou seusbios e observou ir embora, sentindo de resistencia e um vazio no peito.
Conformebinado, Isabe chegou dez minutos de antecedéncia a um velho armazém nos arredores da Cidade Ventoso.
Havia uma duzia de segurangas guardando o local e, ao verem uma moga jovem saindo do carro, nao puderam evitar a desconfianga.
“Eu vim entregar um quadro.” Isabe disse ao chefe dos segurancas, sem mudar a expressao.
O chefe dos segurangas a observou de cima abaixo. “Desculpe, mas va dizer a Isabe que o nosso chefe quer vé pessoalmente.”
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09-23
Capitulo 74
“Eu sou Isabe.”
O chefe do''s segurancas olhou para sem acreditar, de cima a baixo.
Conhecidao o Pincel da Latina, a Santa da Pintura Ocidental, a mestre das artes — Isabe era uma garota de dezassete ou dezoito anos?
Quem acreditaria nisso?
“Desculpe, nao estou brincando,” disse o chefe dos segurancas seriamente.
“Eu também nao,” respondeu Isabe, auténtica.
Vendo que Isabe fva sério e nao parecia estar brincando, o chefe dos segurancas, ainda duvidando, foi reportar ao seu chefe.
Depois de um momento, ele retornou e convidou, “Por favor, entre.”
Quando Isabe estava prestes a entrar no armazém, o chefe dos segurancas esticou a mao para
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impedi, “Desculpe, mas tire o" .
grampo do cabelo.”
Isabe pensou: Fui descoberta t&o rapido?
“Esta seguro aqui dentro.” O chefe dos segurancas explicou, vendo que Isabe nao se movia, “Nosso chefe nao fara nada contra vocé.”
“Se é seguro, entdo nao faz diferenca eu usar ou ndo esse grampo.”
“Nosso chefe prefere que sua localizagéo nao seja conhecida por outros, sinto muito, por favor entenda.”
Isabe, percebendo que ele nado tinha mas intencoes, retirou o grampo e o entregou. O chefe dos segurangas o aceitou respeito e fez um gesto para que entrasse.
Isabe entrou no armazém, que era espagoso e bem iluminado. No meio havia uma grande mesa pincéis, tinta, papel e pedra de tinta. Nao havia ninguém por perto, mas Isabe ainda percebeu varias cameras, algumas apontadas para a mesa, outras para .
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