Capítulo 712
Embora parecesse bom no geral, n?o conseguiu o primeiro lugar.
Isabe deu sua nota e, em seguida, os outros jurados, recuperando-se do encanto,e?aram a
pontuar.
Oliver Neves, por ter se ausentado mais cedo, n?o p?de votar, e assim, apenas nove jurados deram
suas notas.
Kellen, surpresa, descobriu que, somando os pontos das trêspeti??es, era a campe?.
A vice-campe? era outra concorrente da Fran?a, a Irina.
E o segundo vice-campeonato ficou Emília.
No entanto, todos os presentes tinham plena consciência de que, se n?o fosse pelo desmaio repentino
de Emília, teria sido a campe? indiscutível, pois apenas ajustar a barra do vestido já lhe renderia
uma pontua??o alta.
Quando Isabe entregou o prêmio a Kellen, seu cora??o pesava, pois sabia melhor do que
ninguém que aquele título n?o lhe pertencia.
“Isso n?o é justo a concorrente número um…” Kellene?ou a fr de repente, “Se n?o fosse
por…”
Seja qual for o motivo, só restava aceitar.
“Eu acredito que a concorrente número um também está ansiosa para te ver na próximpeti??o.
Quem será o campe?o da próxima vez ainda é incerto,” Isabe consolo
Kellen.
Kellen viu encorajamento e reconhecimento nos olhos de Isabe. mal podia acredi e, quando
olhou de novo, Isabe já estava premiando o próximo concorrente.
Após a premia??o, Isabe se dirigiu a todos os participantes: “Todos ospetidores de hoje s?o
excepcionais em seus países. Estar neste palco já prova que vocês possuem habilidades acima da
média, vocês já s?o muito melhores que a maioria dos designers do setor.”
“Muitos n?o levaram o troféu para casa, mas n?o há vergonha em perder. é uma pena ser levado p
polícia por manobras sujas nos bastidores”.
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Isabe disse cada pvra firmeza: “Se você tem talento, um dia você vai brilhar e ser
reconhecido. Aqueles que acham que podem ganhar um troféu, nos vemos na próximapeti??o.”
O público audiu calorosamente.
Isabe desceu do palco e só foi visitar Emília no hospital após o fim dapeti??o.
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Capitulo 712
Enquanto isso
Oliver Neves estava aodo da cama de hospital, esperando até qué a pessoa deitada
abrisse os olhos.
“Onde… onde estou?” a mente de Emília estava confusa.
“Você está no hospital,” Oliver Neves falou baixinho, perguntando, “Está se sentindo
melhor?”
“Como vim parar no hospital…” A cabe?a de Emília estava uma confus?o, e de repente se deu
conta de algo, “Apeti??o, eu ainda estavapetindo…”
tentou sair da cama, mas estava sem for?as e caiu nos bra?os de Oliver Neves.
Por sorte, Oliver Neves a segurou a tempo, evitando que caísse da cama.
“Ai, está doendo…” Emília puxou a agulha cravada no dorso de sua m?o, aspirando uma
lufada de ar frio a dor.
“Está tudo bem?” Oliver Neves olhou para a menina em seus bra?os, percebeu que estavam muito
próximos e rapidamente soltou-a, permitindo que se apoiasse sozinha, “Apeti??o já terminou.”
“Terminou? Ent?o eu…” Emília fez um esfor?o para se lembrar, mas n?o conseguia se recordar de ter
terminado sua pe?a…
O último borboleta, nem tinhae?ado a fazer…
“Como isso terminou t?o rápido…Consegui alguma coloca??o?” Emília viu que Oliver Neves n?o
respondia e tentou retirar a agulha da sua m?o.
“N?o pode tirar,” Oliver Neves disse, mas Emília já estava tentando remover o curativo médico de seu
dorso.
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