Capítulo 688
O líder dos estrangeiros era um homem alto e feroz, cabelos dourados amarrados em uma tran?a
atrás da cabe?a. Usando uma máscara e fndo um português quebrado, ele disse: ‘Eu só quero a
garota que está no carro. N?o tive a inten??o de ofender, pe?o desculpas a ambos.”
“O que você quer a menina no carro?” Vicente, encarando as mais de vinte pessoas à sua frente,
n?o p?de deixar de perguntar: “Quem enviou vocês?”
“Desculpe, mas n?o posso dizer.” Alguns homens tiraram suas armas em dire??o a Vicente.
Célio estava ali, emitindo uma aura fria e amea?adora, enquanto um sorriso ir?nico se formava em
seus lábios: “Vocês vieram buscar minha noiva t?o poucas pessoas? Isso n?o mostra muita
considera??o, n?o é?”
Subestimando quem?
A noiva de Célio e só isso que mandam?
Um brilho assassino passou pelos olhos do estrangeiro.
“Vou dar a vocês um pouco mais de tempo, chamem mais gente.” Célio olhou para o relógio de pulso:
“Cinco minutos s?o suficientes?”
“Você…” O estrangeiro se chateou profundamente: “N?o pense que Célio eu n?o me atreveria a tocar
em você!”
só porque
você é
Ele tinha dado a chance de Célio levar seu assistente e ir embora, mas ele recusou, estava
literalmente procurando a própria morte!
“Esta é a Cidade Ventoso, tudo aqui é território dele, n?o devemos provocá-lo. Só queremos a
garota…” Alguém sussurrou no ouvido do estrangeiro.
O estrangeiro falou um pvr?o e, olhando para Célio, disse: “Entregue a pessoa e eu posso poupar
suas vidas.”
“Oh? n?o está você?” Célio inclinou o queixo em dire??o ao homem atrás de si.
O estrangeiro estava prestes a se virar quando sentiu uma faca em seu pesco?o. Isabe sorriu, “Ouvi
dizer que você queria me capturar?”
“Você, você…” O estrangeiro n?o podia acreditar que uma menina conseguira se aproximar dele sem
ser percebida, e o pior, n?o apenas ele, mas também seus vários subordinados n?o notaram sua
aproxima??o!
Quem era, afinal?
N?o é à toa que a rpensa por era t?o alta…
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Ent?o era difícil capturá…
“Você, você… solte-o!”
“N?o toque no nosso chefe.”
“Coloque a faca no ch?o.”
Isabe ignoroupletamente as pvras de seus subordinados e, num movimento rápido, o
pesco?o do estrangeiro estava sangrando excessivamente.
“Quem te enviou?” Isabe levantou a sobrancelha, seu semnte era de uma beleza arrebatadora.
O estrangeiro n?o esperava que realmente agisse. Tentou cobrir o pesco?o, mas a faca de Isabe
se aproximou ainda mais.
Elee?ou a sentir medo: “Eu, eu n?o sei quem é essa pessoa… peguei o trabalho na Lista de
Rpensas…”
Lista de Rpensas, hein…
Que coincidência, também tinha uma conta para acessar aquele site. No entanto, certamente era
um trabalho novo. Se fosse de alguns dias atrás, seus subordinados teriam notado…
Nesse momento, várias carros pretos cercaram rapidamente o local, a equipe de seguran?a de Célio
havia chegado.
O estrangeiro sabia que tinha sido descoberto e estava prestes a tomar veneno para acabar a
própria vida, mas Isabe o descobriu primeiro e o interrompeu.
“Isabe, deixe o resto eles.” Célio sinalizou para se aproximar.
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Isabe empurrou o homem para Vicente, e os homens restantes foram rapidamente capturados p
equipe de seguran?a de Célio
Isabe usou um len?o desinfetante do carro para limpar as m?os, e de repente, foi levantada e
recebeu um tapa no traseiro.
“Quem disse que você poderia sair do carro?” Célio n?o esperava que fosse atrevesse tanto ao
ponto de se mover por trás daqueles homens. “E se eles a descobrissem?”
“Como eles poderíam me descobrir?” Isabe n?o esperava que, após tanto tempo de conhecimento
mútuo, Célio se atrevesse a bater n. “Você me bateu?”
“Você n?o tem ideia do perigo que correu agora?” A express?o de Célio n?o era de brincadeira. “Eu
disse que resolveria. Você n?o confia em mim?”
“N?o é uma quest?o de confian?a.”
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Só que, quando aqueles homens amassaram a porta do carro, quase a atingiram…
Isabe só queria desabafar
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