Capítulo 682
Nos dias seguintes, Isabe continuou seu trabalho árduo noboratório, mas osentários dodo
de fora cresciam cada vez mais.
“Já faz quase um mês que as ase?aram e ouvi dizer que o ‘Campe?o de notas máximas’ mal
apareceu nas as. Acha mesmo que ser um craque nos estudos é lá grande coisa.”
“A professora da Turma 1 de Medicina Tradicional valoriza muito os talentos, nunca procurou em
particr, mas toda a turma a apoia.”
“Só porque durante o treinamento militar ganhou uma bandeira vermelha e conseguiu um dia de folga
para toda a turma, o que tem de t?o especial nisso?”
Francisca, a caminho do banheiro, n?o p?de evitar umentário ir?nico, “N?o é grande coisa
mesmo, mas parece que ninguém da Turma 1 de Medicina Moderna conseguiu fazer o mesmo, né?”
“Você…” a menina de cabelo curto, que estava desabafando os amigos, olhou para a Francisca e
n?o conteve a língua, “Eu sei que você… é amiga da Isabe. Estamos fndo d, o que você tem a
ver isso?”
“Bem, se você já disse que eu sou amiga d, o que diz respeito a também me diz respeito. E
você, o que tem a ver se vai às as ou n?o? Cuida da sua vida!”
“Você…” a menina de cabelo curto ficou irritada.
Francisca terminou no banheiro e, quando estava saindo, parou de repenteo se tivesse se
lembrado de algo, “Ah, e quanto a Isabe n?o assistir às as, tem capacidade para isso. Nem
todo mundo precisa ficar sentado numa s de a para aprender.”
Com a habilidade de Isabe, estar na s de a seria desperdício de tempo.
O que realmente a trouxe para a Universidade Médica foram os equipamentos caríssimos do
laboratório e a chance de trabalhar o Dr. Francisco no desenvolvimento de novas fórms
medicinais.
N?o se podia esperar que um senhor de idade ainda fosse todos os dias procurar uma menina para
realizar experimentos, certo?
Depois de sair do banheiro, Francisca voltou para a mesa nanche, “Tem cada uma nesse
mundo.”
“O que aconteceu?” Isabe levantou o olhar, percebendo o rosto irritado de Francisca, que acabou
parecendo involuntariamente fofa
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Francisca contou o ocorrido e Geovana, aodo, n?o p?de deixar de dizer, “Ultimamente essas
pessoas também est?o me tirando do sério. Talvez seja porque o destaque de Isabe está muito
visível, e todo mundo está de olho n.”
“Eu também, quando estava indo para a s 3303 de elevador, ouvi gente fndo que Isabe n?o
assiste às as… eu só queria saber, o que eles têm a ver isso?!”
Isabe pensou por um momento, já fazia tempo que n?o ia às as, e ent?o perguntou, “Qual é a
próxima a?”
“Prescri??es.”
Era uma a que tratava dos efeitos e diagnósticos de medicamentos orientais e ocidentais, eo
as teorias se alinhavam, a Turma 1 de Medicina Tradicional e a Turma 1 de Medicina Moderna
assistiam juntas.
“Vamos lá assistir a a.”
Ao ouvir que Isabe ia à a, Francisca ficou surpresa, “Ei, espera por mim…”
O professor de Prescri??es daquele dia era um senhor de aparência gentil, vestido de maneira simples
e usando óculos.
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Como havia muitos alunos na a, ele n?o podia chamar um por um, apenas pediu que os líderes das
turmas fizessem uma contagem de presen?a e ficou surpreso ao saber que todos da Turma 1 de
Medicina Tradicional estavam presentes.
“Chegou o Campe?o da pontua??opleta? Deixa eu ver quem é a garota,” o professor baixou os
olhos, observando por cima dos óculos apoiados na ponte do nariz um sorriso curioso,o se
estivesse ansioso para descobrir quem era o Campe?o da pontua??opleta.
“Dr. Ezequiel, aqui está o primeiro colocado!”
“Aqui, aqui, aqui!”
“Esta é a nossa Campe? da pontua??opleta da turma.”
Os alunos do primeiro ano de medicina tradicional estavam cheios de entusiasmo, mal podiam esperar
para apresentar a Isabe ao Dr. Ezequiel, mas os estudantes do primeiro ano de medicina ocidental
apenas soltaram um “tsc” despreocupado, demonstrando total desinteresse.
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