Capítulo 678
“Tem a cunhada também!” Y Salgado abra?ou Isabe e disse, “N?o pode esquecer de mim! O que
o seu irm?o sabe, sua cunhada também sabe.”
“Sim, sim, a cunhada também é demais.” Anderson sorriu, olhando para Y Salgado um olhar
carinhoso.
Y Salgado levantou as sobrancelhas orgulho. “ro que sim.”
Mariana Neves esperava dodo de fora do camarote, o est?mago roncando de fome e o ar-
condicionado soprando em sua dire??o sem parar, fazendo-a abra?ar seus próprios bra?os de frio.
A is??o acústica do camarote era excelente, e Mariana Neves n?o ouviu nenhum som de dentro.
Nos dias seguintes, Anderson e Y Salgado levaram Isabe para visitar pontos turísticos nos
arredores, e Mariana Neves os seguia de longe, sem se aproximar ou fazer-se notar, mantendo uma
distancia respeitosa…
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Na hora das refei??es, Mariana Neves fazia quest?o de pedir pratos extras para eles.
Isabe ficou surpresa ao ver os pratos. “N?o pedimos esses.”
“Foi a mo?a da última mesa que pediu para vocês, disse que s?o pratos que você gosta deer em
casa.”
Mariana Neves ainda se lembrava que Isabe gostava de frutos do mar…
Isabe olhou para Mariana Neves, queia de cabe?a baixa, sem se atrever a olhar em sua
dire??o.
Depois do jantar, Mariana Neves fez quest?o de pagar a conta antecipadamente e, quando eles
estavam cansados,prou itenso ventdores portáteis, água e len?os de papel, mandando
entregar para eles…
Nos dois dias seguintes, apanhia de Célio, eles visitaram muitos pontos turísticos. Mariana
Neves ainda os seguia, mas seus olhos n?o se atreviam a fixar em Célio,o se n?o quisesse mais
cruzar aqu linha em seu cora??o.
Dois dias depois, Anderson e Y Salgado voltaram ao trabalho, e a vida universitária de Isabe
come?ou oficialmente…
passava os dias noboratório fazendo experimentos o Dr. Francisco, e seus colegas de
sse, que n?o sabiam, pensavam que estava se achando por ter conseguido uma pontua??o
perfeita no vestibr, a ponto de nem frequentar as as.
Isabe ignorava essesentários, mas a presen?a diária de Mariana Neves na Universidade
Médica a iodava.
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Sempre que perguntavam, Mariana Neves dizia que estava lá para ver a irm?, o que deixava todos
curiosos sobre o verdadeiro rcionamento entre Mariana Neves e
Isabe, e por que Mariana Neves a chamava de irm?.
Naquele dia, assim que Isabe terminou um experimento e saiu pelo port?o principal, viu Mariana
Neves à espera sob uma grande árvore, acenando para .
“Irm?, por aqui.”
“…” Isabe n?o esperava encontrá ali novamente.
Mariana Neves, carregando leite e p?o que tinha acabado deprar, correu até . “Vim correndo
assim que a a acabou… S?o fresquinhos, acabaram de sair do forno… E olha, trouxe esse livro
para você.”
Mariana Neves tirou da sua bolsa de ombro um exemr de umpêndio de casos médicos difíceis,
uma vers?o traduzida do inglês para o português, t?o rara que existiam menos de dez cópias no
mundo todo.
“Ouvi dizer que este livro é o sonho de todo estudante de medicina… E a cópia que consegui para
você é a original.” Mariana Neves sorriu e esticou o livro sinceridade.
Isabe olhou para o livro nas m?os d e disse gentilmente, “N?o precisa, eu já tenho.”
Afinal, foi quem traduziu o livro e, seu nível de conhecimento atual, já n?o precisava mais ler
esse livro de nível introdutório.
Mas Mariana Neves n?o sabia e ainda pensava que Isabe se recusava a aceitar sua boa vontade.
“Mana, eu realmente quero acertar as nossas diferen?as. Esse livro, eu consegui muito esfor?o,
você pode aceita, tá bem? Se você n?o aceitar, eu n?o vou embora hoje.”
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