Capítulo 676
Isabe ainda n?o tinhae?ado a fr quando Mariana Neves interrompeu, “Se você se importa
com a quest?o da identidade, eu também explicarei ramente na frente de todos os colegas,
dizendo-lhes que você é a verdadeira herdeira da família Neves, e que eu sou uma filha adotiva… N?o
vou mais machucar você por causa do meu orgulho.”
”
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“Isabe, me dá mais uma chance? Só mais uma, pode ser?”
Mariana Neves segurava a barra da roupa de Isabe, implorando desespero, “Vamos deixar as
desaven?as no passado e sermos irm?s novamente? Esquecer tudo o
que aconteceu…”
Isabe percebeu que, dessa vez, os olhos de Mariana Neves n?o exibiam aqu malícia e astúcia de
antes, mas sim um brilho de sinceridade e súplica.
devia estar medo de perder tudo o que tinha; era por isso que precisava se
rebaixar…
“Isabe, eu lhe imploro!” Mariana Neves disse, prestes a se ajoelhar.
Isabe impediu que se ajoelhasse o pé, um tom de voz que continha um tra?o de
indiferen?a, “Algumas coisas n?o podem ser resolvidas de joelhos.”
“Ent?o o que você quer que eu fa?a?” Mariana Neves perguntou toda a sinceridade, “Devo trazer
o café da manh? todos os dias? Preparar seu almo?o? Encontrar você depois da saída à tarde e
procurar um lugar para você na cantina? Pegar suas eendas? Fazer uma massagem nos seus
ombros? Nas costas?”
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“…” N?o era necessário.
“Isabe, me diz o que você quer. O que eu puder fazer, eu prometo que fa?o!” Mariana Neves parecia
ter tomado uma decis?o importante.
“Fremos sobre isso mais tarde.” Isabe n?o disse que a perdoava, mas também n?o disse que
n?o perdoava; saiu Y Salgado.
Mariana Neves ficou desorientada no lugar; n?o sabia o que significavam aqus pvras de
Isabe. a perdoou, ou n?o a perdoou, ou esperou que se
“Isabe…” Mariana Neves viu que Isabe tinha ido embora e tentou apr para Anderson, “Irm?o…”
Mas Anderson foi t?o indiferente quanto antes, “Você deveria voltar agora.”
Ele também n?o esreceu se daria ou n?o uma chance…
“Irm?o, n?o vá… F mais Isabe, por favor… Eu realmente me arrependo.”
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Mariana Neves seguia atrás de Andersono se fosse uma subordinada humilde.
Chegando perto de um restaurante na Cidade Universitária, Anderson, Y Salgado e Isabe
entraram antes, e Mariana Neves, depois de pagar o táxi, seguiu-os.
O gar?om olhou certa confus?o para a herdeira que parecia um tanto desarrumada e perguntou
com educa??o, “Desculpe, a senhora está sozinha? Ou está aqueles três que entraram antes?”
“Juntos.” Mariana Neves os seguiu até o andar de cima e, depois que entraram numa s privada,
n?o se atreveu a entrar e ficou esperando dodo de fora.
Dentro da s privada.
Anderson olhou para Isabe e perguntou gentileza, “Como você pretende lidar essa
situa??o?”
“O que o irm?o acha que deveríamos fazer?”
O olhar de Isabe carregava uma certa press?o.
Y Salgado, aodo, n?o p?de deixar dementar; o sangue é mais espesso que a água, e a aura
d era t?o característica da família Neves, talvez até mais forte.
“Irm?, eu lhe apoio. Nessa quest?o, você decide.” Anderson lhe serviu chá e também preparou uma
xícara para Y Salgado,o se já estivesse acostumado a forte presen?a d.
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