Capítulo 660
Y Salgado n?o esperou por uma resposta de Isabe e continuou, “Ent?o, quando soube esta noite
que Mariana Neves n?o era minha cunhadinha, e sim você, fiquei até
feliz!”
Isabe n?o conseguiu conter um sorriso ao ver a express?o alegre de Y.
“Isabe, posso te visitar na esc um dia desses?”
“ro!” Isabe respondeu um sorriso acolhedor.
“Que ótimo! Moro na Cidade Ventoso, quando quiser pode me visitar também. Mas lá em casa o
pessoal é meio sério, n?o éo o clima descontraído da sua casa… Mas n?o fica preocupada, eu
vou protejer você!”
Ao dizer isso, Y Salgado tirou o celr do bolso, um sorriso encantador, “Vamos trocar
contatos, que tal?”
“Beleza.” Isabe pegou seu celr e adicionou Y no Whatsapp.
Escondida nas sombras, Mariana Neves assistia à cena punhos cerrados de raiva.
Maldi??o!
N?o acredito que s já trocaram contatos!
O que Isabe deu para Y Salgado no jardim para gostar tanto d?
Essa garota manipdora, n?o seio conquistou o cora??o de Y Salgado…
Deve ser porque descobriu quem é e está tentando puxar saco…
Que nojo!
Chegando ao port?o, Y Salgado abra?ou o bra?o de Isabe relutancia, “Ent?o está
combinado, temos que marcar algo quando estivermos livres.”
,o cunhada, tem que mimar sua irm?!
“Combinado.” Isabe sorriu, “Dirija cuidado, cunhada, até mais.”
“Até mais!” Y Salgado acariciou carinhosamente a cabe?a de Isabe e, entrando no carro, n?o
p?de deixar de dizer, “Nossa irm?zinha é t?o fofa, t?o adorável!”
“Cinto de seguran?a.” Anderson se aproximou para ajudá a colocar o cinto de seguran?a, e Y
Salgado deu ele um beijo travesso no rosto.
“Você…”
“N?o fica t?o perto assim de mim.” Disse Y Salgado um ar brincalh?o, “Além do
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mais, quem mandou você ser t?o bonito? N?o resisti.”
Anderson sorriu discretamente, “Pronta?”
“Sei, sei.”
Enquanto dirigia, ele perguntou à , “E a irm?zinha Mariana, n?o é fofa, n?o é adorável?”
“ é ok.” O tom de Y Salgado ao fr de Mariana Neves era bem mais morno,o se Mariana
Neves fosse apenas mais uma pessoa para .
Anderson percebeu que tanto Célio quanto Y Salgado n?o gostavam de Mariana Neves. Será que
Y n?o era t?o entusiasmada Mariana quanto era Isabe?
Será que
ue era realmente difícil lidar Mariana?
Enquanto dirigia e observava o tráfego à frente, Anderson perguntou casualmente, “Se eu pudesse ter
só uma irm?, quem você escolheria?”
“ro que Isabe!” A express?o de Y Salgado parecia dizer: isso ainda é uma pergunta?
O olhar de Anderson ficou mais intenso e ele perguntou, “Por quê?”
“Você n?o acha que é uma garota obediente e sensata, além de bondosa e doce? E além de
bonita e delicada, é inteligente, atenciosa e super fácil de conviver… Onde mais você vai encontrar
uma irm? assim?”
Anderson olhou pra rapidamente, “Você sabe elogiar as pessoas, hein.”
“Eu só estou fndo a pura verdade!” O olhar de Y Salgado estava fixo à frente, pensou um
pouco e ent?o olhou mais uma vez para Anderson, “Vou fr você uma coisa que talvez você n?o vai
gostar, mas prefiro a Isabe do que a Mariana Neves. tem vis?o, princípios, é corajosa e
assumida, racional e tem uma habilidade incrível de
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resolver as coisas…”
“Habilidade de resolver as coisas… você está fndo sobre a capacidade d de te dar uns bons
socos?” Anderson mal conseguia conter o riso.
“Que nada! nunca me bateu,” defendeu Y Salgado, “Se fosse você que encontroualguém a
vigiar sua casa escondido você n?o iria querer pegar essa pessoa e exigir explica??es? Até que a irm?
Isabe bem gentil. Se n?o fosse por , eu já estaria no fundo do mar servindo deida para
tubar?o.”
“Andersone?ou a rir, parecia que ele sabia muito bemo proteger os mais
jovens.