Capítulo 651
Por que alguém iria passear sozinho?
Será que era para deixá-los a sós?
“Anderson,a algumas frutas.” Mariana Neves disse, oferecendo as frutas que a empregada havia
cortado, um sorriso radiante. “S?o todas as suas preferidas…” “Obrigado”, Anderson mal havia
espetado um peda?o de fruta o garfo.
Mariana Neves aproveitou a chance para fazer beicinho. “Irm?ozinho, n?o consigoer segurando o
prato. Você me dá um pedacinho?”
Como Anderson n?o iria perceber o que queria: “Já está t?o grande e ainda quer artimanhas para
que o irm?o te alimente?”
“Quero que seja você, quero que seja você! Será que você n?o me considera mais sua irm?zinha
depois que eu voltei?”
“Você…” Anderson n?o teve escolha sen?o dar-lhe um peda?o de fruta na boca, “Está satisfeita
agora?”
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“Muito satisfeita, hihihi, obrigada, irm?ozinho!”
Mariana Neves olhou para odo e viu Célio saindo do sal?o para esperar Isabe no jardim.
disse, “Vou levar um pouco para o cunhado também~”
“Mariana!” Anderson queria lhe dizer que Célio já tinha uma noiva e que era melhor manter distancia,
mas num piscar de olhos, Mariana já tinha corrido para longe.
“Célio… n?o, cunhado, quer um pouco de fruta?” Mariana Neves ofereceu o prato de frutas
ambas as m?os, sorrindo inocentemente.
Mas Célio nem olhou, levantando-se para ir em dire??o à entrada.
“N?o vai aceitar um pouco de fruta, cunhado?” Mariana Neves bloqueou seu caminho, parecendo um
pouco magoada: “Será que o cunhado teme que eu tenha segundas inten??es? Eu n?o envenenei
nada, queria apenas oferecer frutas, você me detesta tanto assim que neme o que eu trago?”
Célio a olhou impaciência. “Mantenha distancia.”
“…” Mariana Neves se sentiu frustrada: “Mesmo que você n?o goste de mim, n?o precisa descontar
nas frutas da nossa irm?. Pense que foi quem te ofereceu.”
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“Se vocêer um peda?o, eu vou embora”, Mariana Neves exibiu um sorriso travesso e espetou um
peda?o de manga, estendendo-o para ele, “Venha, apenasa um peda?o. “N?o entende
português?” Célio, um toque de desagrado em seu olhar, “Eu
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disse para ficar longe.””N?o posso nem oferecer uma fruta?” Mariana Neves parecia ainda mais
magoada, a imagem da vulnerabilidade: “Se fosse a irm? quem te oferecesse, vocêeria sem
hesitar, n?o é?”
?
“N?o, isso n?o é algo que a irm? faria… nunca retribuiria o cuidado que você tem por … Célio,
eu…”
“Chega.” Célio n?o queria mais ouvir suas baboseiras e passou por em dire??o à entrada.
“Célio!” Mariana Neves o chamou rapidamente: “Eu vim aqui hoje para te dizer que agora eu tenho um
namorado! Eu te deixei para trás! Se tudo der certo, vamos nos casar… você n?o precisa ficar t?o na
defensivaigo, se n?o gosta de mim por perto, eu simplesmente me afasto…”
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Célio parou, eo n?o saberia que a súbita mudan?a d era só uma manobra para avan?ar?
Achava que ele era fácil de enganar?
“Desejo a você e à irm? toda a felicidade…” Mariana Neves disse isso e se preparou para sair, mas ao
ver Anderson, chamou docemente: “Irm?ozinho, ent?o, se n?o precisar de mais nada, vou entrar…”
Anderson acenou a cabe?a e olhou para a figura de Célio à distancia.
Ele tinha visto Mariana agarrada a Célio e pensou que ainda estivesse apegada à ideja desse
casamento. Mas ao ouvir o que foi dito depois, Anderson sentiu um alívio,o se um peso saísse de
seu cora??o…
Parece que ele estava preocupado à toa.
“Mariana por você, provavelmente n?o tem segundas inten??es.”