Capítulo 644
Nesse momento, Nair Pires, entr?ada ao bra?o de Carlos Neves, saiu do escritório, e o Diretor de
Departamento curvou-se quase a 90 graus para se despedir
respeitosamente.”Sr. Neves, Nair, v?o calma!”
1:090
Chegando à porta, Nair Pires notou que apenas o filho mais novo estava ali. Onde estavam os outros?
“Isabe, onde está?” perguntou Carlos Neves. “Eu ainda nem conversei direito …” “ está
no treinamento militar, mas acabando a ocupa??o, volta pra casa para jantar.”
“Que bom!!” Nair Pires n?o esperava que sua querida filha, depois de tantos dias na esc, finalmente
poderia voltar para casa.
Nos últimos dias, mal conseguiaer ou dormir direito, sempre preocupada se Isabe passava
fome ou frio na esc, ou se estava sendo maltratada…
Carlos Neves contente disse: “Hoje à noite você finalmente poderá dormir tranqu! Com Isabe em
casa para o jantar, vamos pedir para a cozinha preparar mais daquida que adora, aquele
camar?o australiano que gosta tanto.”
“Exatamente, e aquele peixe…”
Assim que Anderson ouviu, pensou: Ele é mesmo meu filho?
Havia meses que ele n?o voltava para casa, e asidas que seus pais nejavam eram todas em
fun??o da irm?. Nem sequer lhe perguntaram nada, e eles se afastavam cada vez mais,o se
estivessem ansiosos para preparar o jantar….
Eles pareciam ter se esquecidopletamente dele…
No cora??o de Anderson, havia um certo amargor…
Por outrodo.
Jeferson viu Isabe retornar e quis perguntar algo, mas em frente a tantos a sem jeito para fr.
Isabe percebeu que ele estava hesitante várias vezes e ficava o rosto vern ansioso ao ponto de
ficar se remexendo, e achou aquilo engra?ado.
Finalmente, Jeferson n?o aguentou a press?o e,o de costume, mandou todos ir
correr, exceto Isabe.
“Está tudo bem.” Isabe disse o resultado antes dele,o se soubesse o que ele temia Jeferson
mal podia acreditar no que ouvia, olhando para a menina de tra?os delicados à
sua frente, perguntou surpreso: “Sério? Você n?o está me enganando?”
Isabe arqueou uma sobrancelha: “Enganar você? Que benefício eu teria?”
“Ent?o… N?o teve puni??o? N?o foi rebaixada? N?o foi expulsa?” Jeferson estava radiante e segurou
os ombros de Isabe, dizendo animado: “Você deve ter fdo muito bem de mim! O instrutor sabe
que você é uma boa garota…”
Isabe olhou para as m?os dele,o se estivesse sugerindo algo.
Jeferson se deu conta e soltou-a rapidamente…
A imagem da reuni?o no escritório, Célio e Anderson interrogando-o, ainda estava vivida em sua
memória, e só de pensar já lhe dava arrepios….
N?o esperava que essa garota tivesse um background t?o poderoso, dois homens quase
celestiais protegendo-a, dando-lhe suporte…
Ah, n?o, havia também os pais da família Neves, além de outros irm?os…
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Por outrodo.
Depois de refletir, Anderson pegou o celr e ligou para um anci?o.
“Sr. Reyner, sou eu.”
“Anderson, ahahah, que surpresa você me ligar hoje!” do outrodo da linha veio a risada calorosa do
idoso.
“Para ser franco, hoje eu tenho um favor para pedir ao Sr. Reyner.”
Do outrodo, Sr. Reyner continuava sorridente: “Diga, estou ouvindo.”
que a
“é o seguinte: tenho uma pessoa ao meu redor, excepcional em medicina, grandes ambi??es.
é uma verdadeira maravilha médica. Gostaria de pedir ao Sr. R treinasse pessoalmente.”Na noite
anterior, Isabe disse que após se forma sua vida à medicina para salvar mais pessoas
ria