Capítulo 640
Anderson prometeu a si mesmo que, depois daqu conversa, iriaprar um presente para sua
irm? e causar uma boa impress?o n.
Célio, incrédulo, exmou: Quatro dias! E agora, o que ele vai fazer?!
Foi ent?o que Anderson olhou fundo nos olhos de Célio, um olhar inquisitivo.
“Isabe, vai lá conversar um pouco seus colegas. Eu e o Célio precisamos bater um papo”, disse
ele.
Isabe, percebendo o que o irm?o queria, assentiu a cabe?a e deu-lhe um tapinha amigável.
“Conversa boa, hein?”
Essas pvras deixaram Anderson perplexo. Será que Isabe estava sugerindo que ele fosse mais
amável? Mais cordial Célio?
estaria protegendo aquele homem?
Seria apenas uma impress?o dele?
Depois que Isabe se afastou, Célio deu dois passos à frente, estendeu a m?o e cumprimentou
Anderson, dizendo de forma gentil: “Faz tempo que n?o nos vemos, tio.” Jamais imaginou que, ao se
reencontrarem, o irm?o agora seria tratado por “tio”.
Antes, ele sempre chamava Murilo Neves de “irm?o”…
“O seu rcionamento Isabe, foi o consentimento d ou você a pressionou um
contrato de casamento?”, perguntou Anderson, já impondo sua posi??o de irm?o mais velho.
Célio respondeu sinceridade: “Foi amor à primeira vista da minha parte.”
N?o houve press?o, nem mesmo um pedido formal de namoro…
Pensando bem, ele devia a Isabe uma verdadeira conquista…
Ele mencionou brevementeo Isabe havia salvo Mauro Franco, deix surpreso por sua irm? ser
t?o habilidosa na medicina, capaz de curar até m Franco e avó Gisele, que estava em estado
vegetativo…
Ele sabia que a irm? tinha retornado para casa, mas desconheciapletamen habilidades incríveis.
Agora, elee?ava a imaginar quanto sofrimento e quantas experiências teve enfrentar para
adquirir tamanha habilidade médica… Seus olhos escureceram a reflex?o.
son
“Quanto ao seu casamento Isabe, ainda n?o há nada oficial. N?o é apropriado
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demonstrar tanto afeto em público”, advertiu Célio, que entendeu a mensagem. Se por algum motivo
n?o acabassem juntos, esse excesso de intimidade poderia afetar a reputa??o e a vida futura de
Isabe…
Célio assegurou: “Pode ficar tranquilo, tio. Nesta vida, eu só me casarei Isabe.”
Esse cara era realmente determinado?
Anderson o observou, ciente da posi??o e das op??es que ele tinha na vida. Será que poderia
prometer ficar sua irm? para sempre?
ele
N?o era que Anderson duvidasse de sua irm? ou que n?o fosse digna de Célio, mas ele temia que
Isabe se entregasse demais a esse rcionamento e, se algo desse errado?
Célio deveria pensar no bem-estar d, n?o agir por impulso.
“Isabe influencia meus sentimentos, é muito importante para mim.”
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“às vezes desejo que cres?a logo, que termine os estudos, para que eu possa dar a um
casamento espetacr e mostrar a todos que é a esposa de Célio.”
“Quero que todos testemunhem nossa felicidade e um certificado de casamento garantir que
fique ao meudo.”
“Você talvez n?o acredite, mas eu tenho um medo terrível de perdê.”
Essas últimas pvras deixaram Anderson ligeiramente surpreso. Célio também tinha medos?
No mundo, existiria algo que o assustasse?
“Há muitas mulheres por aí, jovens e bonitas, e no futuro haverá ainda mais.”
“Mas a única que me enlouqueceu, que me fez perder a raz?o e me encantar, fo disse Célio cada
pvra vinda do cora??o, sinceridade. “ é realm importante para mim.”
“Importante o suficiente para você abrir m?o de sua posi??o social?”, indagou buscando nos olhos
dele uma resposta.
Célio sorriu. “Se eu pudesse trocar tudo o que tenho por , eu estaria no lucro.”
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