Capítulo 626
Logo ao amanhecer, todos os calouros da faculdade se encaminharam para a base de treinamento
temporária montada no morro atrás do campus para praticar a progress?o rastejante.
Isabe mal havia chegado à base e muitos colegas já a cumprimentavam
animadamente.
“Bom dia, Isabe.”
“Isa, bom dia!”
“Chegou, Isa!”
Isabe ficou confusa tantas sauda??es. conhecia aqueles estudantes?
“Isabe, obrigada por nos dar um dia de folga ontem.”
“Passamos o dia no fresquinho do ar-condicionado da república, foi uma delícia!”
“Valeu por ter dado um jeito naqu m da Ant?nia!”
Cercada por sete ou oito rostos desconhecidos, Isabe foi recebida um alvoro?o. de elogios à
sua pele e à sua beleza, num calor humano que beirava o exagero.
O instrutor Jeferson assobiou, ordenando “Aten??o!”
Imediatamente, todos ficaram em posi??o.
O exercício do dia seria a progress?o rastejante e o amplo terreno permitia que todos os calouros
praticassem juntos.
“Vou explicar as regras do jogo” disse Jeferson,n?ando um olhar sério para todos. “Quando o tiro
soar, vocês se jogam ao ch?o e rastejam para frente até alcan?ar a bandeira vermelha no fim do
percurso. Haverá seis instrutores nas torres de observa??o procurando alvos. Vocês precisam se
camur e evitar fazer barulho.”
“As armas s?o de paintball e assim que um instrutor avistar um alvo em movimento, irá atirar. Quem
for atingido terá que voltar ao inicio para repetir o treinamento.”
ele
Ou seja, a menos que você passasse na avalia??o do dia e pegasse a bandeira vermelha, teria que
passar o dia inteiro rastejando pelo mato.
“O treinamento militar em outras escs é só marchar, e a gente aqui fazendo essas
loucuras.”
“Com esse calor?o e ainda precisamos nos arrastar pelo mato que chega a meio metro de altura…
isso é desumano…”
Jefersonn?ou um olhar questionador para Isabe,o quem perg
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se ausentar.
Isabe o encarou, sem pvras. Será que precisava pedir?
Bem, era uma garota determinada.
Jeferson assobiou novamente, dando início àpeti??o. A Turma 1 de Medicina Tradicional, junto
com as outras turmas, jogou-se no mato e se preparou para avan?ar.
“Esses matos s?o t?o espinhosos…”
“Socorro, que calor…”
“Quantos mosquitos…”
Vários remavam, enquanto muitos eram atingidos ps paintballs e eliminados.
Isabe ainda n?o havia rastejado muito quando sentiu que alguns colegas se aproximavam d.
“Isabe, me protege!”
“Isa, vou contigo.”
“Me leva junto, Isa!”
Era o grupo que a tinha elogiado mais cedo.
Um dos instrutores viu um estudante abanando-se e o acertou imediatamente. Isabe ficou ainda
mais sem pvras….
“Fa?am menos barulho,o eu” disse.
Com Isabe liderando, seu grupo de sete ou oito colegas avan?ou triunfante….
Na torre de observa??o.
Uma figura imponente segurava um binóculo, observando o movimento no campo
“E aí, chefe, viu sua irm??”
“Olhando assim, é um mar de gente,o é que vou reconhecer? Só olhos de águia.”
“Fazer as garotas treinarem nesse calor?o é demais. Esse pessoal do quartel n?o sabe tratar uma
dama.”
Os subordinados tagarvam atrás de Anderson, que apertou o binóculo ainda mais forte em sua
m?o.
Ele n?o sabia qual era sua irm?. Antes de vir, havia perguntado a Valentin Neves, que fez mistério
dizendo que a mais bonita de toda a esc seria !
Olhando de longe, só se viam figuras rastejando pelo ch?o, sendo imp
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