Capítulo 607
“Vovo, vovó, por favor, bebam um pouco de chá.” Isabe serviu o chá para Mauro Franco e ofereceu
um copo d’água para Gisele, dizendo gentilmente, “Já que a Sra. Serra insiste tanto em saber, vou
contar a e acabar essa história.”
Gisele, vendo a determina??o da menina, sorriu e disse, “Tudo bem, ent?o conversem à vontade, nós,
os mais velhos, n?o vamos interferir.”
Ao ouvir que a avó Gisele n?o iria interferir, Jacinta ficou ainda mais animada, “Ent?o, por favor, Sra.
Isabe, nos conte, estamos ansiosos para ouvir!”
O olhar de Isabe pousou sobre , mantendo uma postura firme e respeitosa, “A raz?o p qual
estou certa de que este xadrez de jade é falso é porque o verdadeiro… estáigo!”
Essas pvras surpreenderam a todos.
Essa mo?a era t?o audaciosa assim, ousando mentir na frente de tantas pessoas?
Eles sabiam muito bem o valor daquele xadrez de jade…
é bom lembrar que o último colecionador, o Sr Seixas, era um velho de gênio difícil e muito orgulhoso.
Mesmo que a própria avó Gisele pedisse pessoalmente, oferecendo um bom pre?o, n?o era certo que
o Sr. Seixas aceitaria vender.
A menina era t?o jovem, que recursos poderia ter para convencer o Sr. Seixas a vender-lhe o
xadrez de jade?
Jacinta olhou para Isabe evidente desprezo, “Você sabe quanto custa esse xadrez de jade?”
Olhando para , que n?o usava uma única pe?a de roupa de marca, era óbvio que n?o poderia
comprá-lo!
“Meu xadrez de jade n?o pode ser falso! Você diz que tem o original, ent?o mostre-o
todos nós!”
Naquele momento, o celr de Isabe vibrou era a hora perfeita!
“Posso, vou buscar agora mesmo.” Isabe se levantou e foi até a porta da frente.
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Seu subordinado, entregando a preciosa caixa em suas m?os, perguntou confuso, “Chefe, você
precisa disso tanta pressa, só para agradar a Família Franco? Você mudou!”
O que Célio tinha dado a , uma pessoa t?o apegada ao dinheiro, de repente disposta a dar algo t?o
valioso…
E, mais ainda, exigir que fosse entregue em dez minutos…
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Deus sabe que ele quase ultrapassou o limite de velocidade…
“Desapare?a.” Isabe pegou a caixa e voltou, hem mesmo olhando para ele.
O subordinado, observando sua fria silhueta, choramingou, a chefe realmente n?o o amava mais, nem
se importava a velocidade da viagem, se ele estava cansado ou sede, apenas mandava ele
ir embora….
“Essa juventude de hoje em dia, mentindo sem sequer preparar uma desculpa…” Na s, o Sr. Abel
bn?ava a cabe?a um sorriso ir?nico, ramente duvidando da índole de Isabe, “O original,
com certeza, n?o está …”
Daqui a pouco, queria ver o que traria!
Passou um tempo.
Isabe entrou uma caixa elegante na m?o, e o conhecedor Mauro Franco, ao ver a caixa, quase
p?de garantir que o original estava a menina!
Quando o Sr. Abel viu a caixa, também ficou incrédulo, e seu olhar se fixou n…
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