Capítulo 596
Se Dona Isabe quisesse que ele morresse na madrugada, e ele n?o ousaria viver até o amanhecer.
Ah, n?o, Vicente estava um pouco deprimido,o foi que se deixou desviar pelo telefonema,
caramba!!
“Ent?o, o que aconteceu o Senhor Célio? Vicente, isso é muito urgente, sem a aprova??o do
Senhor Célio, ninguém pode tomar essa decis?o… Que tal, Vicente, você…” “Eu n?o ousaria, se eu
entrar agora, ele seria capaz de arrancar minha cabe?a…”
N?vel(D)rama.Org''s content.
Ele n?o tinha visto o Senhor Célio t?o apaixonado antes, beijando um fervor que deixava tudo ao
redor escuro. Ele até corava só de lembrar.
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“Você é o Vicente! Se até você entrar e dar uma notícia pode resultar nisso, imagina se eu ligar para
ele…”
“Eu te aconselho a n?o ligar, se você perturbar o bom humor dele, é você que vai acabar indo para a
áfrica…”
A pessoa do outrodo da linha quase chorava, dizendo todo tipo de coisa boa, mas Vicente
simplesmente n?o tinha coragem de entrar.
N?o tinha jeito, o Senhor Célio estava ocupado algo importante, qualquer interrup??o seria fatal!
“E ent?o, Vicente… Na sua opini?o, quanto tempo mais o Senhor Célio vai demorar?” A pessoa no
telefone perguntou cuidadosamente, a voz embargada.
Vicente olhou na dire??o do port?o da mans?o, “Bom, pelo menos uma hora, eu diria…”
Afinal, considerando a energia do Senhor Célig, menos de uma hora seria impossível…
“Uma hora, você vai me matar!” A pessoa no telefonementou, uma hora parecia uma
eternidade!!
Mas para Vicente, uma hora n?o era nada, levando em conta o quanto o Senhor Célio gostava da
Dona Isabe, talvez fosse até amanh?…
A empregada da mans?o foi trazida da Baía do Lago da Lua, e o mordono, Manuel, e o cozinheiro,
Jo?o.
Eles ouviram dizer que a senhora Isabe estava estudando na Universidade de Medicina ali perto, e
que o Senhor Célio passaria a viver mais naqu área, ent?o eles vieram junto para cuidar de tudo…
Quando Célio entrou beijando Isabe, os dois ficaram chocados, apesar de já terem visto o patr?o
beijar a patroa na Baía da Lua antes…
Os dois homens coraram ao ver o patr?o carregando a patroa e beijando até o andar
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de cima, sem nem conseguirem cumprimentá-los…
Parecia que o jantar poderia esperar um pouco mais para ser preparado.
Célio levou Isabe para o quarto e, enquanto beijava , colocou na cama.
“Pronto.” Isabe, ofegante e as bochechas coradas, olhou para ele, “N?o se esque?a do que
você me prometeu.”
“Eu n?o vou fazer nada que você n?o queira.”
Mas beijos e abra?os eram inevitáveis…
Célio se inclinou para beijar novamente, Deus sabia o quanto era atraente naqu situa??o.
Isabe se sentia imobilizada, “Célio, se você continuar assim, n?o vou vir na próxima
vez.”
Célio teve que manter a última gota de sanidade e parou, olhando para olhos turvos e voz
rouca, “Tá bom.”
N?o queria assustar ; ainda era t?o delicada.
Isabe se sentou e observou o quarto, “Quando você se mudou para cá?”
Havia sinais por tododo de que ele tinha vivido lá…
“No seu primeiro dia de a.” Célio se aproximou do seu ouvido uma voz sedutora, “Vou tomar
um banho frio para me acalmar.”
Para esfriar os animos.
Isabe: …
Quando ele abriu o guarda-roupa, Isabe notou que havia apenas algumas roupas penduradas, todas
presentes que havia dado antes…
Era só isso que ele tinha trazido? Seria o suficiente para trocar?
Vicente havia dito que ele nunca repetia um traje no dia a dia, e agora só tinha essas pe?as, será que
seria muito pouco?
Pensando nisso, Isabe sentiu que era necessário preparar algumas pe?as novas para ele, caso
contrário,var e secar as mesmas várias vezes faria que parecessem velhas.
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