Capítulo 556
Alguém trouxe casas de papel pré-fabricadas, roupas de papel, dinheiro de papel e outras coisas para
perto de Isabe.
Tudo empilhado, parecia uma pequena montanha,
Isabe acendeu o fogo suas próprias m?os, acreditando que o costume permitiria
que
o falecido tivesse uma casa e dinheiro no céu ou na terra, levando uma boa vida.
Após queimar as oferendas, Isabe pegou os itens que mesma havia preparado.
“Estes s?o pontos turísticos famosos pelo mundo. Eu tinha esperan?a de levá para passear. Agora,
com vov? ao seudo, vocês dois podem ir aonde quiserem. Eu desenhei os mapas, para que vocês
possam se orientar.”
A bolsa de remédios ainda tinha o bordado do pássaro mandarim, o favorito de Eloá, e Isabe sentiu
seu nariz arder enquanto observava o pássaro queimando lentamente na luz do fogo..
segurou a tristeza e colocou no fogo pacotes de ervas medicinais, um massageador, assimo o
cachecol que av? Leno havia tricotado para a avó, entre outras coisas.
O massageador e outros aparelhos explodiram em pequenas chamas, tornando o fogo ainda mais
brilhante.
Foi ent?o que uma figura correu em dire??o ao local, gritando tristemente: “Vovó, eu n?o consigo te
deixar ir…”
Ao ouvir essa voz, Isabe sentiu desgosto e olhou para o ajudante que guardava a
entrada.
O ajudante, infectado p emo??o do chefe, havia se distraído, permitindo que Caterinal Dias se
esgueirasse para dentro.
Caterina Dias tentou se atirar ao túmulo para chorar, mas Isabe bloqueou seu caminho “N?o suje o
túmulo da vovó.”
“Isabe, afinal, eu soua da vovó. Você realizou o funeral sem me convidar, sem avisar meus pais.
Todos os parentes e amigos da familia Días foram convidados, mas nossa família de três pessoas n?o
foi! Você está…”
todos
Caterina Dias foi interrompida por Isabe, que disse friamente: “A vovó reconhece vocêoa?
Você tem algum vínculo de sangue a família Dias? Precisa que aqui te contemo a vovó
morreu?”
Caterina Dias n?o esperava ser humilhada em público, e raiva disse: “Eu a chamava de vovó, no
meu cora??o, eu a considerava assim… Eu sei que a morte da vovó tem uma responsabilidade
inegável da minha m?e, e eu vim aqui hoje para pedir desculpas em nome d e dar o último adeus à
vovó…”
10:48
“Joguem-na para fora.” Isabe n?o queria mais vê, nem ouvir suas desculpas.
Dois ajudantes se aproximaram e agarraram os bra?os de Caterina Dias.
Os outros convidados condenavam sua desfacatez, a senhora tinha sido enterrada e ainda assim n?o
podiam deixá descansar em paz.
Ent?o era esse o verdadeiro propósito da visita d!
Se n?o fosse pelos convidados do noivado que lhe contaram sobre o ocorrido, Isabe jamais teria
imaginado que a morte de Eloá estava rcionada a família Dias.
Eles foram várias vezes atrás de Eloá exigindo a??es, exigindo sua parte nos negócios, exigindo
acesso às contas bancárias. Foi Ynda quem bateu em Eloá, torturando-a e causando um ataque
cardíaco que levou à ruptura de seu cora??o…
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Agora essa mo?a ainda tinha a audácia de aparecer no funeral, esperando que poupasse seus pais?
Isabe
Caterina Dias pretendia chorar no túmulo e apr para a emo??o Isabe, na esperan?a de que,
com a ajuda de outros parentes, Isabe pudesse perdoar Wilson Dias e Ynda…
Mas todos no local a condenavam, xingavam…
Os ajudantes a jogaram para fora do cemitério, foi espancada, suas feridas se agravaram, e
estava em agonia…
O olhar de Isabe voltou para a foto no túmulo, a irrita??o desapareceu lentamente, deixando apenas
profunda tristeza e saudade,
“Amigos e familiares prestam homenagem, que o falecido descanse em paz…” disse o celebrante do
funeral uma voz carregada de tristeza.