Capítulo 544
A vovó tinha morrido, e prometeu a si mesma que cobraria tudo em dobro!
“O que você vai fazer?” Ynda estavae?ando a sentir medo. “Senhor policial, essa garota está
me amea?ando! sussurrou amea?as no meu ouvido…”
“Levem-nos!”
Com umando do policial, Wilson Dias e Ynda foram rapidamente levados sob olhares de todos.
“Soltem-me…”Wilson Dias nunca havia passado por tamanha vergonha!
Ele que havia sido t?o glorificado no momento em que fechou o negócio do terreno, agora se via em
total desgra?a!
“Eu n?oeti nenhum crime, foi o cora??o da velha que falhou. N?o se pòde culpar ninguém!”
Ynda ainda lutava. “Soltem-me, eu quero ver o meu advogado, Caterina, chame o advogado…”
Ah, sem dinheiro e ainda quer um advogado?
Isabe apenas sorriu friamente.
O policial, todo o respeito, falou, “Sra. Isabe, e eles…”
“Deixem-nos presos por enquanto, sem interrogatório. Daqui a pouco levo alguém para
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resolver isso.”
“Entendido.”
Ynda de repente percebeu que o policial tratava Isabe grande respeito. N?o havia dúvida,
eles se conheciam!
Meu Deus, a velha morreu, e agora? Será que Isabe iria acabar ?
Caterina Dias também percebeu que agora n?o adiantava pedir ajuda a ninguém, só Isabe poderia
ajudá-los. Assim que os policiais foram embora, correu até Isabe.
“Liberte meus pais, por favor! Se você quer se vingar, venha atrás de mim…”
“Você acha que pode escapar?” Isabe olhou de cima, frieza. “N?o se preocupe, logo
chegaremos a você. Tudo o que fizeram à vovó, eu vou fazer vocês pagarem em dobro! Ninguém vai
escapar!”
Caterina Dias gelou as pvras,o um golpe na cabe?a.
Aaron observou a figura imponente da garota sendo abra?ada por Célio enquanto se afastavam, eles
pareciam t?o bem juntos…
“Aaron…”
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Caterina Dias havia perdido todo o apoio, restando apenas
Mas Rebeca a empurrou repentinamente, deboche, “Eu te aviso, n?o se atreva a se aproximar do
meu filho! Sem vergonha! Se você continuar atrás dele, eu te bato toda vez que te ver!”
Que azar, eles pensaram que a festa de noivado ganhariam bilh?es, mas a família Dias nem tinha
como manter o terreno por cinco anos. Em outras pvras, aqueles bilh?es nunca seriam deles!
A família Dias usou aquele peda?o de terra para mantê-los felizes, só para fazer a festa de noivado
acontecer.
Na verdade, eles deveriam agradecer a Isabe, pois sem , ainda estariam sendo enganados por
essa trapaceira!
Caterina Dias, desesperada, o rosto cheio de lágrimas, disse a Aaron, “Seu tio acabou de dizer,
ele espera que continuemos nos respeitando e partilhando tanto as alegrias quanto as tristezas… Tio,
n?o foi você quem disse que esperava que nossas famílias fossem amigas por gera??es?”
Argh-“Hugo Duarte n?o se importou as aparências, mostrando seu desgosto, “Aaron, de agora
em diante você está proibido de ter qualquer contato , caso contrário, eu prefiro doar tudo da
família Duarte e n?o deixar nada para você!”
Depois de dizer isso, ele pediu desculpas a todos os convidados, pois o evento havia sido
em v?o.
“Vamos.” Rebeca, agarrando o outro bra?o saudável de seu filho, deixou o local ele.
Durante todo o tempo, Aaron nem olhou para Caterina Dias,o se realmente n?o tivesse mais
nenhum interesse n…
Caterina Dias, desesperada, chegou à porta da mans?o da avó e,
ara sua surpresa, encontrou as ms de sua família jogadas para fora. Foram as empregadas que
fizeram isso!
“O que vocês est?o fazendo?”
Antes que Caterina Dias pudesse se irritar, as empregadas cuspiram em sua dire??o ee?aram a
jogar coisas n.
“Você ainda tem coragem de perguntar, sua m?e nos mandou arrombar a fechadura da velha, nos
fazendoeter um crime! Se n?o fosse p generosidade da Sra. Isabe, que aceitou mil reais de
cada um de nóso indeniza??o, teríamos passado dez dias detidos!”
“Quem diria que vocês est?o nessa miséria, sem nem uma casa no nome ou uma economia sequer.
Se n?o podiam nos pagar, deviam ter fdo mais cedo. Assim a gente. poderia procurar outra coisa.
Agora, de última hora, onde é que a gente vai morar?”
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