Capítulo 538
Eloá mal tinha for?a para se levantar, mantendo-se na posi??o em que tinha caído, respirando
dificuldade. Após alguns instantes, muito esfor?o, tentou se levantar, tremendo, esticando a
m?o para pegar seu celr.
Mas Ynda, por que devolveria o celr t?o facilmente? Deu um passo para riu deboche.
“Quer isso? Pois eu n?o vou dar!”
trás e
A senhora idosa estava irritada; dificuldade, conseguiu se apoiar para ficar de pé, uma das
pernas mal tocando o ch?o.
Ynda rapidamente deduziu suas inten??es. “Você, esse corpinho todo quebrado, ainda pensa
em chamar alguém? Acha mesmo que consegue sair por essa porta? Se n?o fosse pelo dinheiro, eu
já teria enterrado seus velhos ossos!”
Eloá continuava tentando se levantar, a outra perna mal tocando o ch?o, quando ouviu a amea?a
de Ynda.
“Olha aqui, minha paciência tem limite. Amanh? você vai chamar a pessoa da Biblioteca de notas de
suicídio e, na minha frente, vai mudar o testamento, passando todos os seus bens para o meu nome,
ouviu?”
Eloá a ignorou, finalmente os dois pés no ch?o, prestes a dar um passo à frente.
Ynda esticou a m?o e, sem nenhum esfor?o, empurrou-a de volta para a cama. “Está me ouvindo,
sua velha surda?”
ainda pegou Eloá p orelha, que gritou de dor, “Solta…”
Mas Ynda n?o soltou, e ao ver Eloá sofrendo, sentiu um prazer indescritível.
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Eloá estava lá, agarrada p orelha, sentindo muita dor na parte de trás da cabe?a que havia batido
na cama, e até respirar se tornava difícil.
Vendo Eloá as m?os no peito e ofegante, Ynda debochou, “N?o pense que vai me enganar
com isso!”
Essa velha, só sabia atuar na frente de Wilson Dias. Com , fingir de morta n?o irial funcionar.
“Está me ouvindo?” Ynda ainda estava puxando sua orelha amea?as.
Eloá encolhia-se de dor, tremendoo um coelho assustado, sem for?as para resistir.
Quando viu Eloá respirando dificuldade e o rosto vermelho, os olhos.arregdos, Ynda
percebeu que algo estava errado. soltou a m?o e Eloá caiu na cama, encolhendo-se ainda mais.
“N?o tente me assustar, eu n?o caio nessa…”
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Capitulo 538
Eloá sentiao se uma m?o diabólica estivesse apertando sua garganta, tentava respirar o ar
fresco, mas parecia que o quarto n?o tinha oxigênio, e por mais que tentasse, n?o conseguia.
“Escuta aqui, você n?o vai jogar essa culpa em mim! Mesmo que queira morrer, tem que transferir a
propriedade para o meu nome antes!”
Ynda viu que estava deitada na cama, lutando para respirar, e parecia realmente mal. Estava
prestes a sair quando abriu a porta e viu duas enfermeiras se aproximando.
Ynda fechou a porta do quarto rapidamente, assustada, enquanto Eloá, ouvindo os sons do
corredor, tentou chamar por ajuda, mas sua garganta n?o emitia som algum.
n?o tinha for?as nem para respirar, quanto mais para pedir ajuda!
Finalmente, ouviu os passos das enfermeiras se afastando e sentiu o desespero tomar
conta.
A essa hora, as enfermeiras fariam a ronda de quarto em quarto, mas levariam tempo demais para
chegar até ali!
Depois que as enfermeiras se foram, Ynda saiu correndo, medo de ser responsabilizada.
No quarto, restou apenas a figura solitária e impotente da idosa. tentou inúmeras vezes alcan?ar o
bot?o de emergência, mas em v?o. Viu o celr que Ynda havia jogado no ch?o, tentou pegá-lo,
mas caiu da cama…
Por fim, as enfermeiras chegaram ao quarto e encontraram a idosa caída no ch?o, inconsciente,
chamaram o médico correndo…
Mas era tarde demais!
O vídeo terminou ali, e a s mais de seiscentas pessoas ficou em silêncio, surpresa o
sofrimento de Eloá…
Wilson Dias olhou para Ynda, surpreso. “Você, você realmente…”
“Wilson, me deixa explicar…”