Capítulo 527
Meia hora depois.
Todos os convidados já haviam chegado, e o animador de festas agitava o ambiente no palco antes de
convidar Hugo Duarte e Rebeca para fazerem seus discursos.
Assim que Hugo Duarte terminou de fr, uma onda de ausos tomou conta do
Ele n?o tinha a postura humilde e suplicante da noite anterior, quando conversou Dona Teresa.
Estava radiante,o se nada tivesse acontecido na noite passada.
“Como pai do noivo, quero aproveitar esta oportunidade para aben?oar meu filho e minha nora na
uni?o de suas vidas. Espero que vocês se respeitem e se amem,partilhem alegrias e tristezas,
unidos de cora??o, e que celebrem cem anos de uni?o!”
Novamente, todos audiram, e sorrisos e felicita??es iluminavam seus rostos.
Lá embaixo, Aaron e Caterina Dias trocaram olhares carregados de amor.
“Quero também agradecer aos nossos pais de ambas as partes por terem criado uma -filha t?o
inteligente e b. Sinto-me muito honrado que meu filho tenha encontrado uma esposao .
Desejo, do fundo do cora??o, que nossas famílias possam se visitar e conviver em harmonia por
gera??es!”
Após mais uma rodada de ausos, Hugo Duarte passou o microfone para Rebeca, que sorriu
graciosamente.
“Hoje, paraemorar esta feliz ocasi?o e para agradecer a todos que vierampartilhar este
momento connosco, preparamos um pequeno presente. Por favor, aproveitem e bebam alegria, e
se n?o gostarem de alguma coisa, pe?o desculpas antecipadamente.”
Mal Rebeca terminou de fr, e uma calorosa chuva de ausos soou novamente no
sal?o encantado.
Os gar?onse?aram a servir as mesas; havia sessenta e seis grandes mesas, cada uma
odando dez pessoas, somando mais de seiscentos convidados.
“Pais de ambas as partes, por favor, tomem seus lugares.”
“N?o, n?o, por favor, vocês primeiro.”
“Somos todos uma família, n?o há necessidade de cerim?nias…”
Os familiares de ambos osdos se odaram gentilezas, e logo brindaram juntos.
No palco, o showe?ou.
Um palha?o fazia todos os convidados caírem na gargalhada.
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Capitulo 527
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Enquanto isso, em outro lugar.
Uma m?o frágil e trêm estendeu-se lentamente para Isabe e um sorriso
for?ado e uma voz fraca, puxou suavemente a barra da sua roupa. “Minha querida, n?o chore…”
A velha tentou confortá, mas isso fez que as lágrimas de Isabe se derramarem ainda mais.
Ninguém sabia melhor que Isabe o estado crítico da saúde daqu idosa. O fato de poder fr
era quase um sinal de um breve ressurgimento.
No passado, mesmo gravemente ferida na área do Triangulo, Isabe nunca derramoul uma lágrima,
mas agora, suas lágrimas escorriamo pérs de um cr rompido.
Deitada na mesa de opera??es, Eloá esbo?ava um sorriso fraco e cheio de carinho. “Eu… acabei de
sonhar seu av?. Ele disse que chegou a hora… que ele veio me buscar…”
Isabe bn?ava a cabe?a, seus olhos,vados ps lágrimas, estavam ros e tristes, e n?o
conseguia aceitar essa realidade.
“Othe, seu av? está ali, sorrindo para mim…”
Eloá, preocupada que Isabe se sentisse culpada e sofresse, ainda tentava confortá todas as
suas for?as.
“Querida, n?o é sua culpa, meu corpo é que n?o resistiu. Você é uma médica excelente e já me trouxe
de volta várias vezes… Mas desta vez, é o destino chamando, e Deus veio me buscar.”
já deveria ter partido há anos, mas a habilidade médica de Isabe havia lhe dado mais tempo de
vida.
estava satisfeita.
Isabe enxugou as lágrimas e continuou ajoelhada aodo da avó, sua voz embargada e suave.
“Vovó, por favor, n?o fale. Vou tentar outra coisa.”
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